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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Jake Bugg empolga público com voz potente no Lollapalooza Brasil










Cantor britânico não fez muito contato com fãs, mas provou seu talento neste domingo (6)


Quem esperava por um Jake Bugg cheio de empolgação, fazendo declarações aos fãs e comentários amorosos sobre o Brasil, pode ter se decepcionado com o show que rolou neste domingo (6), no Lollapalooza, em São Paulo. Isso por que o jeito sério do cantor britânico, que virou sua marca registrada, também não muda no palco.





Vestindo preto, olhando para baixo e sem dar um sorriso, o cantor apareceu no palco Interlagos e, logo, começou a cantar Kentucky, acompanhado pela voz do público. Durante uma hora de show, ele emendou uma música atrás da outra, apenas dizendo "obrigado" ou "muito obrigado" ao fim de cada faixa.



Mas o jeitinho marrento (e, vai, é o charme dele) não acabou com a empolgação da galera. Seja por já conhecer o jeito do ídolo ou por estar hipnotizado pela voz potente (e os solos de guitarra) do cantor de 20 anos, o público cantou em coro todas as músicas. Jake dividiu bem os hits e não deixou tudo para o fim da noite. Logo na quarta faixa, já animou a todos com o sucesso Seen it All, que faz parte do primeiro álbum.





Nem os cartazes, gritos ou choro dos fãs pareciam comover o cantor, que continuava olhando sério para o mar de gente, apenas andando um pouco pelo palco. Até que, em Two Fingers, ele quis ouvir a galera cantando sozinha. Rolou até um sorrisinho fofo e tímido no canto da boca. (yay!)



Broken foi o momento mais intimista do show. A música, lançada no primeiro CD, é a mais calma do setlist e arrepiou a todos os presentes com a voz de Jake ainda mais em evidência. Já as músicas do segundo e último álbum, Shangri La, fizeram a galera dançar muito, como Me and YouMessed Up Kids, Slumville Sunrise e What Doesn't Kill You. 



Mesmo quem não era fã foi conquistado pelo country rock dançante de Jake Bugg, principalmente quando ele cantou o cover de Hey, Hey, My, My, do Neil Young. Depois, o cantor finalmente falou com o público: "Muito obrigado. Vocês são lindos! Tenham uma boa semana. Temos só mais uma música". Era a vez de uma das mais aguardadas da noite: Lightning Bolt.



Antes de ir embora, Jake foi até a ponta e deu tchau para a galera. Mas deixou o palco do mesmo jeito sério que entrou, provando que estava ali simplesmente para mostrar o seu talento na música. Dever cumprido. 



Confira o setlist:

1. Kentucky

2. There’s a Beast And We All Feed It


3. Trouble Town

4. Seen It All

5. Me and You

6. Two Fingers

7. Messed Up Kids


8. Broken

9. Simple Pleasures

10. Green Man

11. A Song About Love

12. Taste It

13. Slumville Sunrise

14. What Doesn't Kill You

15. My, My, Hey, Hey (Neil Young)

16. Lightning Bolt






Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/famosos-capricho/~3/KyD7pl_AQTc/jake-bugg-empolga-publico-voz-potente-lollapalooza-brasil-779037.shtml

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dying Light empolga e prova ser mais que um 'Dead Island sem zumbis'










Dying Light é o mais recente título da Warner, desenvolvidos pelos produtores de Dead Island. No game, pessoas deformadas por um vírus andam pelas ruas atacando tudo que encontram pela frente. Você é um dos sobreviventes que, escondido dos riscos externos, sai durante o dia em busca de suprimentos que ocasionalmente são jogados por aviões. O TechTudo assistiu à exibição do game durante a E3 2013, em Los Angeles, Estados Unidos, e o que vimos, você confere abaixo.



Dying Light (Foto: Divulgação)
Dying Light (Foto: Divulgação)


Elemento inovadores em um game que ainda lembra Dead Island



Com visão em primeira pessoa, o jogo possui gráficos muito bons. A demonstração foi feita em PCs, o que já refletia o formato de próxima geração das versões para PlayStation 4 e Xbox One. Também serão lançadas versões para PS3 e Xbox 360. O cenário é uma favela em uma cidade fictícia mas, segundo informações de membros do time de desenvolvimento, a inspiração é a periferia de Istambul, Turquia. As casas decadentes e em diferentes níveis oferecem um terreno bastante complicado para a locomoção dos personagens.



A correria lembra uma competição de parkour com obstáculos. Escadas sendo escaladas, paredes sendo derrubadas e rolamentos rápidos, são os recursos para escapar do confronto direto com os infectados. Quando não for possível fugir, armas que são encontradas ao longo do caminho poderão ser utilizadas. Durante a exibição, vimos martelos, machados e até um facão que, depois, foi modificado para dar choques e cortar ao mesmo tempo. Esse recurso de adaptação das armas é muito semelhante ao utilizado em Dead Island.



Algumas missões paralelas também surgem ao longo do caminho, como por exemplo uma menininha que o personagem encontra escondida no armário. Mas o objetivo final, pelo menos no caso que assistimos, era buscar medicamentos. No primeiro ponto, um grupo de homens armados, que foram chamados de abutres (vultures, no original em inglês) já havia dominado o carregamento. O segundo ponto estava livre, mas, ao chegar lá, percebemos que o sol já estava se pondo.



Dying Light (Foto: Divulgação)
Dying Light (Foto: Divulgação)


E é nessa hora que a correria fica ainda mais intensa. Além dos inimigos anteriores, que ficam mais agressivos durante a noite, surgem monstros mais fortes. Pulsos luminosos na tela indicam a presença deles, ficando vermelhos quando o risco é maior. Tudo isso banhado a muito sangue, pisões de cabeça e pancadaria generalizada.



O jogo também terá uma versão multijogador colaborativa. E não se esqueça: Dying Light não é um jogo de zumbis. Apesar de tudo ser muito similar a Dead Island, o game tem potencial para divertir e fugir dessa inevitável comparação.





 




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/06/dying-light-diverte-e-prova-ser-mais-que-um-dead-island-sem-zumbis-e3.html

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Need For Speed: Rivals para PS4 empolga com perseguições policiais frenéticas










Need For Speed Rivals foi disponibilizado para testes em um dos estandes mais concorridos e com uma das maiores filas da E3 2013. O título, para Playstation 4, permite que dez pessoas joguem ao mesmo tempo, sendo divididas em grupos da polícia e de "bandidos". O TechTudo testou o esperado game e conta os principais detalhes do novo Need For Speed.



Testamos Need For Speed Rivals na E3 2013 (Foto: Renan Dayube / TechTudo)
Testamos Need For Speed Rivals na E3 2013 (Foto: Renan Dayube / TechTudo)


Logo de cara os gráficos chamam atenção de maneira muito positiva. O cenário é bem detalhado, com noções perfeitas de profundidade, ajudando muito na hora de curvas fechadas. Além disso, houve uma diminuição na quantidade de informações e cores, tornando os detalhes das pistas de Need For Speed Rivals mais fáceis de visualizar.



Os carros também estão muito bem feitos, com as características mais marcantes de cada máquina. O mais interessante é reparar na transformação ao longo da corrida, já que o modelo fica destruído após sofrer algumas batidas. Porém, as mudanças são apenas visuais, sem perda de potência ou problema na jogabilidade, mostrando que o modo arcade é o que prevalece no jogo.



O estande de teste de Need For Speed Rivals foi um dos mais concorridos da E3 (Foto: Renan Dayube / TechTudo)
O estande de teste de Need For Speed Rivals foi um dos mais concorridos da E3 (Foto: Renan Dayube / TechTudo)


Após jogar duas partidas de dez minutos cada - e querer jogar ainda mais - fica claro que o grande objetivo de Need For Speed é a diversão. A ideia é aproveitar a adrenalina e acelerar sem se preocupar por estar na contra-mão ou passando dentro de uma casa ou loja pelo caminho. Sendo assim, sempre que possível use o turbo, pule em rampas enormes e faça drifts até dizer chega, pois se o seu possante ficar destruído, em alguns segundos ele será regenerado e você terá um novo nas mãos.



O último assunto que foi possível ser abordado nessa versão demonstrativa é a jogabildade. Esse é outro ponto positivo de Need For Speed Rivals. Os comandos são rapidamente obedecidos, permitindo que o gamer fuja de uma manobra da polícia, desvie de um carro em velocidade baixa ou mesmo evite cair de um penhasco.



Need For Speed Rivals (Foto: Renan Dayube / TechTudo)
Need For Speed Rivals (Foto: Renan Dayube / TechTudo)


Need For Speed Rivals tem tudo para marcar a nova geração como marcou as anteriores. O jogo de corrida EA melhorou as características que já eram excelentes no PlayStation 3 e Xbox 360 e promete ser um dos grandes sucessos de vendas no final desse ano.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/06/need-speed-rivals-para-ps4-empolga-com-perseguicoes-policiais-freneticas.html