Em 24 de julho de 1969, há exatos 45 anos, os astronautas Neil Armstrong, Edwin ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins, da Apollo 11, primeira missão espacial tripulada a pousar na lua, retornavam sãos e salvos à Terra. Em comemoração ao evento, a Nasa divulgou um vídeo restaurado da transmissão original. Assista abaixo:
Composta pelo Módulo de Comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11 foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 [Greenwich] de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V – Wikipédia. A missão durou oito dias e teve seu ápice nas duas horas e quarenta e cinco minutos de caminhada dos astronautas Armstrong e Aldrin na lua. – Wikipédia.
A Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo, e realizou a alunagem no dia 20 de julho de 1969. Após 4 dias no espaço, os astronautas retornaram à Terra a bordo do Módulo de Comando Columbia, que foi resgatado no Oceano Pacífico.
Você tá perdido no mar e encontra um forte no meio do caminho. Miragem? Se você estiver naufragado no sul da França, pode ter topado com o Fort Boyard.
Localizado em La Rochelle, no sul da França, o Fort Boyard foi concebido como uma ilha artificial para proteger a baia de Aix Island e Rochefort. Com 68 metros de altura (um prédio com cerca de 20 andares), a construção foi inaugurada em 1857. O formato oval do exterior é inspirado nas formas de um típico veículo do século XVII.
O forte permaneceu em desuso durante boa parte do século 20, até que em 1988 ganhou nova vida quando uma produtora de TV restaurou o lugar para a gravação da série “Fort Boyard”. Veja belas fotos do lugar abaixo (mais informações na Wikipédia em inglês):
Se você é uma das pessoas que tem o sonho de ver o nosso planeta diretamente do espaço, a NASA pode te dar uma ajudinha para tornar este desejo mais fácil – não, você não vai virar um astronauta!
O canal ISS, mantido pela Agência Espacial Americana, mostra ao vivo imagens quase que em tempo real de câmeras localizadas em satélites que estão na orbita da Terra. Dessa forma, mesmo que ainda não seja o momento de você estar lá em cima presencialmente, podemos ter uma ideia de como seria acompanhar a rotação do nosso planeta do lado de fora.
Obs: Algumas vezes a imagem acaba perdendo o foco ou mostrando um ângulo ruim, não desanime, pois em pouco tempo eles resolvem esses problemas
Se você é uma das pessoas que tem o sonho de ver o nosso planeta diretamente do espaço, a NASA pode te dar uma ajudinha para tornar este desejo mais fácil.
O canal ISS mantido pela Agência Espacial Americana mostra ao vivo imagens quase que em tempo real, de câmeras localizadas em satélites que estão na orbita da Terra. Dessa forma, mesmo que ainda não seja o momento de você estar lá presencialmente, podemos ter uma idéia de como seria estar lá acompanhando a rotação do nosso planeta do lado de fora.
Obs: Algumas vezes a imagem acaba perdendo o foco ou mostrando um ângulo ruim, não desanime, pois em pouco tempo eles resolvem estes problemas
A Agência Espacial Europeia (ESA) é a porta de entrada da Europa ao espaço. Uma organização internacional com 20 estados membros, criada em 1975. Desde então, eles têm compartilhado incríveis pesquisas e imagens do mundo com o intuito de ensinar e também aprender mais sobre a terra e o espaço. Com quase 12 mil imagens de alta resolução disponíveis através do seu site, o seu extenso arquivo é um grande recurso on-line para pesquisa e inspiração.
“As imagens de observação da Terra mostram o mundo através de um quadro amplo o suficiente para que os fenômenos de grande escala possam ser observados com precisão e totalidade, seria necessário um exército de observadores no solo para alcançar toda esta área capturada em imagem. ”
Se você esta interessado em observar também estas incríveis imagens em alta resolução, entre no site da agência espacial e navegue por essa imensidão de fotografias. Mas antes disso, veja a coletânea que preparamos com algumas das imagens contidas no acervo:
A ideia é tão inusitada quando cativante. Imagine se a Terra possuísse anéis semelhantes aos de Saturno. Além de provocar uma drástica mudança nos céus de praticamente todo os planeta, isso teria forte influência na cultura – assim como o sol e a lua.
O ilustrador e apaixonado pelo espaço sideral Ron Miller não só imaginou a Terra com anéis, como também criou as imagens que ilustram este texto.
Do que são feitos os aneis de Saturno
Recorrendo à Wikipédia, podemos descobrir que os anéis de Saturno são constituídos essencialmente por uma mistura de gelo, poeiras e material rochoso, por vezes comparados a uma pista de patinagem. Embora possam atingir algumas centenas de milhares de quilómetros de diâmetro, não ultrapassam 1,5 km de espessura.
A origem dos anéis é desconhecida. A primeira teoria concluiu que sua formação ocorreu junto com a dos planetas, há cerca de 4 bilhões de anos, mas estudos recentes apontam que sejam mais novos, tendo apenas algumas centenas de milhões de anos.
Uma outra teoria sugere que um cometa tenha se desintegrado devido a forças de maré quando passava perto de Saturno. Uma outra possibilidade é o choque de um cometa com uma lua de Saturno que, ao desintegrar-se, teria formado a misteriosa estrutura.
Imagens mostram paisagens terrestres com anéis
Aplicando à Terra as proporções que os anéis têm em relação a Saturno, fica relativamente fácil imaginar como eles seriam vistos em diferentes lugares do mundo. Da linha do equador, os anéis estariam passando diretamente acima. Desse modo, tudo o que poderíamos ver seria uma imensa linha brilhante cortando o céu de um horizonte ao outro.
Veja na imagem abaixo como seria a visão dos anéis terrestres a partir de Quito, no Equador:
- Quito, no Equador
Se viajássemos até o norte da Guatemala, os anéis começariam a se espalhar pelo céu. Uma curiosidade interessante é que a luz do sol refletida sobre os anéis poderia tornar mais claro o lado escuro da lua. Veja na imagem abaixo:
- Guatemala
Movendo-se para algum lugar na Polinésia, no Trópico de Capricórnio (a 23° de latitude sul), uma visão panorâmica dos anéis despontaria no horizonte. No centro do arco veríamos uma forma oval provocada pela sombra da própria Terra. A sombra avançaria conforme o decorrer das horas, transformando o fenômeno em um verdadeiro relógio.
- Polinésia
De Washington, (a 38 ° de latitude), a visão seria inspiradora com os anéis dominando o céu de dia e de noite.
- Washington, EUA
Por fim, no Círculo Polar Ártico, os anéis mal se sobressairiam ao horizonte. Vistos de Nome, no Alasca, os anéis brilhantes iluminariam a paisagem com intensidade pouco maior que a de uma lua cheia. Ao contrário do sol ou da lua, no entanto, os anéis nem nascem nem se põe, eles estariam permanentemente visíveis, dia e noite, sempre exatamente no mesmo lugar.