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terça-feira, 25 de junho de 2013

8 esportes bizarros disputados mundo afora









Se você é do tipo que acha o curling um dos esportes mais esquisitos do mundo, pode se preparar para uma surpresa. Varrer o gelo não é nada perto de competições que apostam em misturas inusitadas, tradições curiosas e um bocado de irreverência para acirrar a disputa e animar o público. Confira 8 esportes bizarros disputados mundo afora:


 


1. Boxe-xadrez


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Imagine um duelo nos ringues entre o peso-pesado Mike Tyson e o grande mestre de xadrez Garry Kasparov. Desleal? Não se o russo vencer por xeque-mate antes de levar um cruzado de direita. O boxe-xadrez, mistura louca entre enxadrismo e pugilismo, surgiu quase que de brincadeira – foi o cartunista francês Enki Bilal quem criou o conceito da disputa na graphic novel Froid Équateur, em 1992. Em 2003, o holandês Iepe B. T. Rubingh resolveu levar a ideia inusitada para os ringues e tabuleiros de verdade. E foi bem sucedido, ao criar um torneio cheio de emoção – afinal, em um duelo de boxe-xadrez, nem sempre o mais forte leva o cinturão pra casa. Disputado em 11 rounds alternados entre xadrez e boxe, no duelo o vencedor pode ganhar com um nocaute, um xeque-mate ou por pontos computados. O jogo tem se tornado bastante popular na Alemanha e Reino Unido, onde acontece a maior parte dos torneios, e segue provando a importância de estudar bem os movimentos do adversário.


 


2. Sepaktakraw


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Imagine um esporte que misture regras de pontuação semelhantes às do vôlei, com a habilidade do futevôlei, os golpes de caratê, saltos impressionantes e uma bola feita de folhas de palmeira secas. Esse é o Sepaktakraw, esporte inusitado que nasceu na Península da Malásia no século 15 e segue popular no continente asiático. Jogado em uma quadra com o mesmo tamanho da utilizada no badminton, com três jogadores de cada lado da rede, no sepaktakraw é proibido usar as mãos – só pés, joelhos, peito e cabeça podem tocar a bola e arremessá-la para o lado adversário. O resultado é uma partida com ares de coreografia de dança e jogadas emocionantes. Quer aprender? Assista o jogo entre Malásia e Tailândia na final da Copa do Mundo 2011 e comece a praticar:


http://www.youtube.com/watch?v=DMBzrob3cEc


 


3. Hóquei subaquático


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O hóquei no gelo não é muito popular por aqui, mas com certeza você já viu trechos de alguma partida e sabe que, na busca de um gol, a coisa pode ficar um tanto violenta. O que você provavelmente não sabe é que existe uma versão do jogo ainda mais perigosa. Criado na Inglaterra em 1954, o hóquei subaquático é bem parecido com a sua versão no gelo – é só substituir os patins pelo pé de pato e o risco de levar empurrão pelas chances de se afogar. Ops. Para marcar gols, os competidores devem usar um taco plástico ou de madeira do tamanho de uma banana e prender bastante a respiração, claro. A próxima competição mundial da modalidade esportiva acontece no mês de agosto, mas nem adianta ir para a arquibancada – com a ação acontecendo debaixo d’água, o máximo que a torcida consegue ver são ondas e os jogadores emergindo, de tempos em tempos, para pegar um pouco de ar.


 


4. Buzkashi


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Montados em cavalos, os competidores tem um objetivo claro: marcar um gol no adversário. Poderia ser uma simples partida de pólo, não fosse uma pequena diferença – ao invés de bolas, o que deve atravessar a trave é a carcaça de uma vaca ou de uma cabra. Este é o Buzkashi, esporte tradicional da Ásia Central e, principalmente, no Afeganistão.  Se você já acha esquisito demais sair por aí jogando com um animal morto, a coisa fica ainda mais violenta – os jogadores usam chicotes para se defenderem e atacarem os jogadores do outro time.


 


5. Corrida de triciclos


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(via Bhautik Joshi)


Em 2013, o Big Wheel Tricycle Race chegou à sua décima terceira edição. Os mais de dez anos de tradição são significativos se levarmos em conta o irreverente formato desta corrida maluca em três rodas. A bordo de um triciclo (sim, igual àquele que você tinha aos 5 anos de idade), os corajosos competidores se aventuram morro abaixo nas ladeiras da cidade de São Francisco (EUA). Todos adultos, claro. Para tornar o esporte/brincadeira mais interessante, vale inclusive se fantasiar – coelhinhos da Páscoa e Mários são figurinhas recorrentes na competição. Quem ultrapassar primeiro a linha de chegada leva toda a glória – e um troféu feito à mão. Parabéns, campeão!

6. Corrida de panquecas


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A terça-feira que antecede a Quarta-feira de Cinzas, na tradição cristã, é conhecida em alguns países como “Terça-feira da panqueca”. Se a tradição de comer o alimento na data que vem antes da Quaresma já parece atraente, fica ainda melhor na cidade de Olney (Inglaterra). Por lá, acontece anualmente, desde 1445, a famosa Corrida de Panquecas. Como manda a (um pouco machista) tradição local, só as mulheres participam da curiosa competição. Munidas de frigideira e panqueca e trajando aventais, elas correm para chegar primeiro à Igreja. Chegando lá, devem jogar para a cima a panqueca – e não vale deixar cair.


 


7. Bossabol


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(via Saul Nilmen)


A inspiração é brasileira, mas o criador é holandês. Amante do ritmo da Bossa Nova, Filip Eyckmans resolveu criar em 2004 o Bossabol, esporte disputado em uma quadra semelhante à do vôlei de praia – não fosse pelo fato de ser feita de um colchão inflável. Misturando a técnica do vôlei, ginga do futebol e movimentos que lembram a ginástica artística, o jogo conta com duas equipes de quatro jogadores. Entre o armador (que fica em cima de um trampolim) e os jogadores na linha, vence quem fizer primeiro 15 pontos.


 


8. Corrida do queijo


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Este esporte provavelmente faria sucesso em Minas Gerais – onde queijo e montanhas são tão tradicionais quanto na cidade de Gloucester (Inglaterra). Quem quiser se aventurar nesta corrida deve estar preparado para rolar na grama. Do alto de uma montanha é arremessado um queijo Gloucester. Para ganhar a competição (e levar para casa o queijo!) deve-se chegar primeiro ao fim da ladeira. Ao sair rolando, o queijinho pode atingir surpreendentes velocidades de até 110km/h, por isso, é raro que algum dos competidores consiga capturar o fujão antes de chegar à linha de chegada.


 



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/8-esportes-bizarros-disputados-mundo-afora/

quarta-feira, 15 de maio de 2013

5 campeonatos de esportes da mente









Alguns atletas são conhecidos pela sua forma física. Outros, pela agilidade e destreza de seus movimentos. Mas, entre os esportistas com habilidades acima da média, estão aqueles especialistas em uma modalidade bem menos conhecida: os jogos da mente. Eles disputam neurônio a neurônio quem é mais rápido na hora de resolver complicadas equações ou de memorizar sequências impressionantes de números e imagens. Desafiando os limites do cérebro humano, conheça 5 campeonatos de esportes da mente:


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1. Campeonato Mundial de Memória



Desde 1991, uma competição não deixa dúvidas: recordar é vencer. No Campeonato Mundial de Memória, realizado anualmente, os competidores testam suas super memórias em 10 provas pra lá de desafiadoras: devem memorizar números aleatórios ditos durante o período de uma hora (!), listas de palavras aleatórias, nomes e rostos, datas históricas, por exemplo. O britânico Dominic O’Brien é campeão absoluto da competição: já levou o prêmio em oito ocasiões e, em 2002, entrou para o Livro Guinness de Recordes ao memorizar uma sequência de 2808 cartas de baralho dispostas de forma aleatória. Para se ter uma ideia, esse número de cartas equivale a 54 baralhos completos. Não é para qualquer um. E detalhe: para decorar a sequência o britânico só precisou olhar para as cartas uma vez.


 


2. Mental Calculation World Cup



Adições, multiplicações, raízes quadradas, raízes cúbicas e cálculos baseados no calendário – estas são as provas que fazem parte da Mental Calculation World Cup, competição que, desde 2004, reúne calculadores de todo o mundo na Alemanha. Moleza para você que ~domina a tabuada~, certo? Pense de novo, campeão. Nessa equação, estão em jogo números com mais casas decimais do que sonha nossa vã filosofia. Em 2012, o instrutor de ábaco Naofumi Ogasawara foi consagrado o grande vencedor da quinta edição da premiação bienal. Além de sair na frente na maior parte das categorias, o japonês de 22 anos bateu o recorde da prova de adição de números de 10 dígitos – 10 desafios em 10 minutos: ele só precisou de 3 minutos e 11 segundos para resolver corretamente as 10 “continhas”.


Curiosamente, Naofumi, que também pontuou mais na categoria de raízes quadradas de números de 6 dígitos – 10 desafios em 10 minutos (ele acertou 8), tirou zero na prova do calendário. Cada competidor recebeu uma lista de datas, compreendidas entre os anos de 1600 e 2100; o desafio era acertar a qual dia da semana cada uma dessas datas correspondia em até 60 segundos. E sem calculadoras, claro. Myagmarsuren Tuuruul, da Mongólia, foi quem venceu a prova, e ainda bateu o recorde na categoria: acertou 57 datas em 1 minuto.


Veja também: 5 mentes brilhantes da matemática que você não conhecia


 


3. Memoriad




A cada quatro anos, enquanto atletas ultrapassam seus limites físicos nos Jogos Olímpicos, esportistas da mente disputam uma acirrada maratona numérica na Turquia. Memoriad, olimpíada da mente criada em 2008, foi a primeira do mundo a combinar provas que testam habilidades de memória, cálculo e leitura dinâmica e fotográfica. A segunda edição do evento, realizada em 2012, contou com 89 participantes de 20 diferentes países, que participaram das nove desafiadoras provas da competição.


No mais inusitado teste do evento esportivo, os competidores devem provar sua habilidade de leitura e compreensão textual. Para participar, deve-se ser capaz de ler pelo menos 220 palavras por minuto. Cada competidor recebe um texto original para realização da leitura. Para cruzar a linha final, vale tudo: atropelar vírgulas, avançar pontos, saltar parágrafos. Mas é preciso atenção: nessa corrida, não vale apenas terminar mais rápido. O objetivo é provar a habilidade de compreensão dinâmica. Por isso, depois da leitura é a vez do tira-teima – os competidores devem responder perguntas sobre o texto. Tempo gasto e taxa de acerto são combinados para determinar o vencedor.


 


4. Mind Sports Olympiad



Nesta competição, os vencedores também levam para casa medalhas de ouro, prata e bronze. Bem parecida com as olimpíadas tradicionais, a Mind Sports Olympiad nasceu em Londres em 1997 e hoje é um dos maiores eventos de esportes da mente do mundo. Durante os nove dias de provas, os competidores participam dos chamados pentamind e decamentathlon, competições inspiradas pelas tradicionais pentatlo e decatlo – modalidades esportivas que tiveram origem nos Jogos Olímpicos da Antiguidade de 708 a.C. compostas por cinco e dez provas, respectivamente. Competições de xadrez, damas, gamão, poker, banco imobiliário e até de tetris fazem parte dos desafios intelectuais.


 


5. Jogos Mundiais de Esportes Mentais



Dois meses após o encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, outro evento esportivo movimentou a China. Ao todo, 2.763 competidores de 143 países participaram da primeira edição dos Jogos Mundiais de Esportes Mentais, que conta com cinco competições: bridge, xadrez, damas, go e xiangqi (xadrez chinês). Criado pela International Mind Sports Association, a ideia era que as competições passassem a integrar o calendário olímpico, sendo realizadas, de quatro em quatro anos, no país sede das Olimpíadas. O plano não deu certo na segunda edição do evento – em 2012, ao invés de acontecerem em Londres, como planejado, as atividades foram realizadas na cidade de Lille, na França. Em 2016 a história deve ser diferente: no evento de encerramento, em agosto do ano passado, a cidade do Rio de Janeiro foi anunciada como sede para os Jogos Mundiais de Esportes Mentais.


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Imagens: Divulgação



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/5-campeonatos-de-esportes-da-mente/

sexta-feira, 3 de maio de 2013

7 esportes da antiguidade que (por sorte) não existem mais









Na arquibancada, a torcida vibra. No centro da arena, os vencedores respiram aliviados. Houve uma época em que competições nem sempre tinham um final feliz – pelo menos para o perdedor. Cabeças voando e embates mortais não costumam fazer parte da programação nos atuais canais esportivos, mas antigamente a história era outra. Conheça 7 esportes da antiguidade que (por sorte) não existem mais:


 


1. Luta de gladiadores



Arena lotada, embate acirrado, não há garganta que não pare de berrar. Podia ser o clássico bolão de domingo, não fosse uma pequena diferença: na fase “mata-mata” os competidores realmente lutam até a morte. A luta de gladiadores, entretenimento favorito das massas na Roma Antiga, não era passatempo para os fracos. Como poucos topariam apostar a vida na competição sangrenta, no “ringue” geralmente estavam escravos, forçados a brigar pela liberdade – ou, mais comumente, apenas para manter o próprio pescoço. Extremamente popular durante séculos, por influência do cristianismo a atividade sofreu declínio a partir do século 5.


 


2. Venatio



Os anfiteatros romanos também eram palco para outro esporte cheio de sangue. Similares aos combates entre gladiadores, nas partidas de venatio a lógica de “brigar com alguém do seu tamanho” não era levada muito a sério. Na arena, homens eram colocados frente a frente com oponentes peso-pesado: deveriam derrotar animais ferozes como leões, tigres, ursos e elefantes. Apesar da batalha desigual, eram os animais que costumavam levar a pior contra os humanos munidos de armas e armaduras. A revanche vinha depois: uma variação do “esporte” também era aplicada como punição e execução de criminosos, que deveriam enfrentar desarmados os animais selvagens. Fim de jogo.


 


3. Pólo



Hoje considerada uma atividade de cavalheiros, o pólo tem origem bem menos engomadinha do que se imagina. Os primeiros registros que se tem jogo datam do ano 5 a.C, na Pérsia. Então, o pólo era um esporte praticado pelos soldados a guarda do rei e das tropas de elite do exército. E, como jogo-treino para a batalha armada, tendia a ser bem violento. Na versão do jogo praticada em Manipur, na Índia, por exemplo, valia segurar a bola de madeira com as mãos – algo proibido nos jogos de hoje, em que a bolinha rola no gramado e deve ser movida apenas com os tacos empunhados pelos distintos jogadores montados em cavalos. A regalia das regras de outrora dava outra liberdade aos jogadores: acertar o oponente com o taco para roubar a redonda. Ai. A manobra perigosa (para o alvo do ataque) também não é mais permitida pelas regras atuais. Ufa.


 


4. Justa



Também vinda dos campos de batalha, a justa se tornou um esporte durante a Idade Média e estava longe de ser uma atividade segura. Dois cavaleiros, pesadamente revestidos por armaduras, montavam em seus cavalos em lados opostos da arena. Dado o sinal, partiam rumo ao oponente empunhando uma grande lança. O objetivo era apenas atingir e derrubar o oponente ao passar por ele, mas um dos possíveis (e não tão incomuns) danos colaterais do joguinho era a morte. Para não sair ferido tinha que ter habilidade – e um pouquinho de sorte. Não foi o caso do Rei Henrique II da França. Atingido por uma lança durante um torneio de justa, o rei faleceu em 1559 – o que pôs fim à tradição do esporte no país.


 


5. Pancrácio



Caso você considere as lutas de MMA violentas demais, com certeza não teria estômago para acompanhar uma partida de pancrácio. Extremamente agressiva, ao ser praticada na antiguidade só possuía duas regras gerais: nada de mordidas e nada de arrancar os olhos do oponente (!). Misturando técnicas do boxe e da luta grega, o embate corpo-a-corpo era um vale tudo que costumava terminar quando um dos oponentes estava bem próximo da morte. A violenta prática fez parte dos Jogos Olímpicos entre os anos de 648 a.C e 383 d.C. e hoje, uma versão mais light do embate integra Federação Internacional de Lutas Associadas.


 


6. Corridas de bigas



Muito antes das corridas de Fórmula 1 encherem de adrenalina os aficionados por velocidade, um outro tipo de competição deixava a coração dos torcedores a mil por hora – as corridas de bigas. Um dos jogos mais populares na Grécia e em Roma, e principal prova equestre dos antigos Jogos Olímpicos, o esporte era perigoso tanto para o “motorista” quanto para os quatro cavalos que puxavam o carro. O passeio pelo hipódromo podia ser bem turbulento: uma curva mais acentuada poderia colocar tudo – inclusive algumas vidas – a perder. Isso, é claro, se a carruagem já não tivesse sido derrubada por um oponente ao longo do caminho (o que era tecnicamente proibido, mas não impedia a competição desleal) – como imortalizado no clássico de 1959, Ben Hur. E o público delirava.


 


7. Batalha naval (ou naumaquia)



Você com certeza conhece o clássico jogo de tabuleiro conhecido como “batalha naval”. Nele, os jogadores devem adivinhar em que quadrados estão os navios do oponente. É considerado vencedor quem conseguir primeiro afundar todas as navegações do adversário. Na antiguidade, este jogo também era muito popular, com ~apenas~ uma diferença: ele não era um jogo de tabuleiro. Pã. Navios de verdade (com canhões igualmente verdadeiros) eram colocados em batalha em lagos ou lagoas artificiais construídas para o embate, conhecidos como naumaquias. O objetivo do jogo bélico era encenar batalhas épicas, afundando o navio dos coleguinhas do outro “time” – e muitos deles acabavam morrendo no meio da brincadeira, claro. A primeira “partida” de naumaquia foi organizada em Roma, por Júlio César, no ano46 a.C. Na ocasião, 2 mil combatentes e 4 mil remadores foram recrutados entre os prisioneiros de guerra para fazer parte da encenação sangrenta.


 



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-esportes-da-antiguidade-que-por-sorte-nao-existem-mais/

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Globoesporte.com: fique por dentro do mundo dos esportes com apps e games










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Globoesporte Futebol (Foto: Divulgação/Globo)
Globoesporte Futebol (Foto: Divulgação/Globo)


Com o app o usuário tem acesso a vídeos e fotos exclusivos do portal. Nele, categoria esportiva é dividida em modalidades, o que facilita a visualização do conteúdo.



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Cartola FC SporTV (Foto: Divulgação/Globo)
Cartola FC SporTV (Foto: Divulgação/Globo)


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Eu Atleta (Foto: Divulgação/Globo)
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Camisomatic (Foto: Divulgação/Globo)
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Quiz Fórmula 1 (Foto: Reprodução/ TechTudo)
Quiz Fórmula 1 (Foto: Reprodução/ TechTudo)


MemoPops



MemoPops (Foto: Reprodução/ TechTudo)
MemoPops (Foto: Reprodução/ TechTudo)


O MemoPops é um quiz que desafia os mais profundos conhecedores de futebol. Você tem que descobrir quem são os 20 jogadores - brasileiros e estrangeiros - que fizeram sucesso em um clube e depois foram para o time rival. O jogo conta com dicas que ajudam a desvendar quem são os “traíras”.





Autógrafopops



Autografopops (Foto: Divulgação)
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Autógrafopops é um divertido desafio para quem acha que sabe tudo sobre o mundo da bola. Neste game online os usuários devem descobrir a qual jogador pertence cada assinatura. São quinze autógrafos ao todo, acompanhados de dicas que ajudam a desvendar quem é o atleta.



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Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/04/globoesportecom-fique-por-dentro-do-mundo-dos-esportes-com-apps-e-games.html