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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ORIGEM DAS COISAS









A origem das coisas: Selfie


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Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.kibeloco.com.br/2015/02/09/origem-das-coisas/

sábado, 15 de junho de 2013

Origem da expressão “Casa da mãe Joana”

















A expressão Casa da mãe Joana é comumente usada para identificar lugares ou situações, onde a confusão e a falta de ordem predominam.


Origem da expressão "Casa da mãe Joana"


A origem mais aceita da expressão, remete a história de Joana I, condessa de Provença e rainha de Nápoles, que em 1347 regulamentou os bordéis na cidade francesa de Avignon, onde vivia refugiada.


Uma das normais da rainha Joana determinava que os bordeias, teriam uma porta por onde todos pudessem entrar.  A partir deste ocorrido, os bordeis ficaram conhecido como “Paço da Mãe Joana“.


Quando a expressão chegou aqui no Brasil, o termo Paço, que remete a Palácio não era amplamente conhecido pelos populares brasileiros, e acabou sendo substituído pela palavra Casa.


Apesar da origem de Casa da Mãe Joana está relacionada com lugares de prazer adulto, o termo é geralmente usado referindo-se a lugares em que as pessoas entram sem pedir licença e onde impera a desordem e desrespeito…. Tipo o Brasil. =D




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/mundodrive/kZTC/~3/XgSVwSwpJbw/origem-da-expressao-casa-da-mae-joana.html

sábado, 13 de abril de 2013

Origem da expressão bode expiatório













Usualmente utilizamos a expressão bode expiatório quando alguém leva a culpa por algo que não é responsável, o bode expiatório é quase um laranja, a grande diferença é que normalmente o laranja tem algum grau de consciência de sua ação criminosa, o bode expiatório não.

Origem da expressão bode expiatório

A origem da expressão Bode Expiatório é antiga, remonta aos tempos bíblicos. Em alguns relatos judaicos temos o chamado “dia da expiação”, um ritual de sacrifício e purificação. Expiação, por sua vez significa castigo ou punição imposta a um delinquente.

Na cerimônia eram levados dois bodes, um deles era sacrificado e ao outro (o bode expiatório) era transmitido por meio de orações, todos os pecados dos israelitas, em seguida o animal era enviado para o deserto, levando consigo todo as transgressões alheias.

Com o passar dos tempos, a expressão passou a definir os grupos de pessoas ou indivíduos, que assim como o bode do deserto, não tinham poder ou capacidade de lutar e acabavam por ficar com a culpa. E você já culpou algum inocente hoje?






Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/mundodrive/kZTC/~3/fYO-TTmKLA4/origem-da-expressao-bode-expiatorio.html

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A origem do dia das mães



Bom dia,

O dia das mães está chegando, e na minha humilde opinião não deveria ter um dia especial para se comemorar o dia das mães, pois todo o dia é dia das mães. Não é porque hoje não é dia das mães que você não pode ir na casa dela e dar um abraço gostoso e dar lhe um presente por que você a ama. De qualquer forma segue abaixo um pouco da minha pesquisa.

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".



Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

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