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quarta-feira, 22 de abril de 2015

3 dicas da ciência para se dar bem na vida











abs


Se dar bem na vida não envolve necessariamente dinheiro. Pode tem a ver apenas com felicidade. Você pode ser feliz na maior parte do tempo, com pouca ou muita grana, sem se ser arrastado pelos perrengues da vida. Em troca, uma ironia: felicidade pode melhorar seu desempenho no trabalho – e, consequentemente, seu salário.


Só que só vale se for algo natural, desde que sua felicidade não dependa de fatores externos para acontecer. Não dá para contar com um bilhete premiado da loteria ou ser contratado pela empresa dos seus sonhos para ser feliz. Até por que, a cada meta alcançada, você inventa uma nova. Aí o êxtasepassa e só dá para ser feliz de novo quando o próximo objetivo for concluído. E por pouco tempo.


É essa a primeira dica do americano Shawn Achor, especialista em psicologia positiva: sucesso não traz felicidade. Mas felicidade, essa sim, pode trazer sucesso.


É por isso que o modo como você enxerga o mundo importa. Segundo os estudos de Achor, inteligência e habilidades técnicas preveem apenas 25% do sucesso de alguém. Os outros 75% têm a ver com otimismo (que envolve felicidade), suporte social e a maneira de encarar o estresse.


Em um teste, ele mostrou a bancários estressados um vídeo sobre como ver estresse como desafio, e não como um problema. Todos eles colocaram o aprendizado em prática. Depois de observá-los por seis semanas, a equipe de Shawn notou que os sintomas de estresse haviam caído 23%. Os participantes relatavam estar mais felizes. Mas mais que isso: segundo Shawn, a mudança de postura fez com que os bancários se envolvessem e se empenhassem mais com o trabalho.


Na hora do aperto, aliás, contar com os amigos é importante. As pesquisas de Shawn mostram que o nível de conexões sociais é o melhor jeito de prever felicidade Por isso, ter uma boa rede de amigos verdadeiros ajuda bastante.


E falta alguma coisa quando você sente uma felicidade quase plena e vive cercado por bons amigos? Aí é só alegria – no trabalho e em casa.


(Via Bakadesuyo)


Créditos da foto: flickr.com/montseprats/




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/3-dicas-da-ciencia-para-se-dar-bem-na-vida/

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

4 dicas da ciência para ter um casamento feliz











casorio


Quer se casar e viver feliz para sempre com seu par? Bem, é preciso fazer as escolhas certas durante o namoro… e até mesmo antes de encontrar seu grande amor. Bem, os segredos revelados por pesquisadores americanos podem parecer um pouco ultrapassados. Mas a conclusão surgiu depois de acompanharem a vida de mil casais de namorados ao longo de cinco anos – 418 deles se casaram e mostraram aos pesquisadores quais fatores afetavam a qualidade do casamento. Dá uma olhada.


TENHA POUCOS PARCEIROS SEXUAIS

Goste você ou não, mas parece que experiência não garante felicidade. Entre os participantes, a média de parceiros sexuais era de cinco. Mas os mais felizes com o casamento estavam entre os 23% que haviam transado com apenas uma pessoa além do cônjuge. “Mais experiência pode aumentar a atenção para parceiros alternativos. E uma forte crença de alternativas parece atrapalhar o comprometimento (e a satisfação com ele)”, diz a pesquisa.


PENSE BEM ANTES DE MORAR JUNTO

Melhor juntar os chinelos só depois de planejar o casamento. Nada de entrar nessa só para ter alguém com quem dividir as contas e economizar dinheiro. Segundo a pesquisa, quem segue esse caminho precipitado às vezes permanece nele, mesmo infeliz, só por ser difícil sair. Já os casais que haviam decidido morar junto com o plano de casar já em andamento estavam mais certos sobre o relacionamento e tendiam a ser mais felizes.


FAÇA UMA FESTA DE CASAMENTO

Rituais são importantes. E eles precisam ser grandes. Com pelo menos 150 convidados. Diz a pesquisa que quanto mais testemunhas, mais as pessoas levam a sério o compromisso. E entre os participantes, 41% dos que haviam feito festa se diziam bem satisfeitos com o relacionamento. Em comparação, dos sem-festa só 28% atingiam essa mesma satisfação.


TENHA FILHOS SÓ DEPOIS DE CASAR

Essa parece importante. Só 3% dos casais que haviam tido filho antes do casamento conseguiam chegar a um relacionamento de qualidade. Por outro lado, entre os casais já casados, que tiveram filhos só depois da festa, 44% eram bem felizes.


E aí, você concorda? Ou parece uma grande bobeira?


(Via Spring)


Crédito da foto: flickr.com/max78/




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/4-dicas-da-ciencia-para-ter-um-casamento-feliz/

quinta-feira, 19 de junho de 2014

5 dicas da ciência para você tomar boas decisões











indecisa1Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer, tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá só uma olhada nessas seis dicas científicas para tomar decisões melhores.


DISTANCIE-SE DO PROBLEMA

Pense na situação como se ela estivesse acontecendo com um amigo ou um parente. E não com você. Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir sobre traição no namoro. A ideia era analisar o cenário caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo. Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas – todas elas foram pensadas de acordo com critérios de pensamento coerente e racional: do tipo, reconhecer o limite do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes, baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer isso na prática? Segundo a pesquisa, basta conversar consigo mesmo como se o problema não fosse seu.


PENSE EM OUTRO IDIOMA

Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua gringa removesse a conexão emocional que talvez você pudesse ter ao pensar em português.


TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Se você é do tipo que entende e lida bem com as emoções (as suas e as alheias), é mais provável que não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o que garante uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de emoções: de empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté, autora da pesquisa.


APAGUE A LUZ

Ok, esse é bem estranho, mas vamos lá. Pesquisadores canadenses levaram voluntários para comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em salas mais iluminadas tendia a achar o molho mais apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e, claro, influenciar nas impressões e decisões.


DÊ UM TEMPO

Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos segundos. É o que garantem pesquisadores americanos. Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro reúne um monte de informações. Só que não consegue distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se houver algo contraditório, é possível que você não perceba e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo extra para que o cérebro consiga reunir outras informações e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”, explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.


(Via Huffington Post)


Crédito da foto: flickr.com/liquene




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/

quarta-feira, 26 de março de 2014

4 dicas da ciência para seu namoro durar mais











amor1Levar um pé na bunda dói. E pode matar. Pra você não correr esse risco (ou pelo menos deixá-lo mais distante), o CIÊNCIA MALUCA separou quatro estudos que ensinam o caminho para fazer seu namoro durar por mais tempo.


NÃO EMAGREÇA

Vale lembrar: casais felizes engordam juntos. Pesquisadores americanos entrevistaram 21 casais. E quando só uma parte do casal decidia levar uma vida mais saudável, perder uns quilinhos, o relacionamento desandava. É que aí o parceiro começava a ficar mais inseguro e a qualidade da comunicação entre os dois piorava. Mas quando os dois emagreciam juntos não havia problema algum.


DURMA BEM

É difícil aguentar o mau humor dos insones. Eles ficam mais egoístas, sem paciência. Não agradecem pelos gestos e favores do parceiro. É o que diz uma pesquisa da Universidade da Califórnia feita com 60 casais. Eles tiveram de listar cinco atitudes legais do parceiro durante alguns dias. Os insones tinham mais dificuldades, uma vez que não conseguiam enxergar e valorizar as gentilezas do outro.


IGNORE AS COMÉDIAS ROMÂNTICAS

Mais de 300 pessoas preencheram questionários propostos por cientistas do Albion College sobre relacionamento e quanto acreditavam em casais de filmes, comédias românticas, Friends e novelas. Quem levava esse mundo de ficção muito a sério tendia a se importar menos com o próprio namoro. E pensava com mais frequência em voltar para a vida de solteiro.


DISCUTA

Não finja que está tudo bem só para evitar discussões. Um casal da Nova Zelândia topou o desafio de pesquisadores da Universidade de Auckland. Sem que a mulher soubesse, o marido passou a concordar com absolutamente tudo que ela pedisse, até com as reclamações. Só aguentou por 12 dias. A qualidade de vida dele caiu de 7 para 3. Ao invés de paz, ele encontrou a mulher cada vez mais crítica e chata.


Crédito da foto: flickr.com/cuentosdeunaimbecila




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/4-dicas-da-ciencia-para-seu-namoro-durar-mais/

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Dica da Liga: Como a ciência e a tecnologia transformam a vida em um filme de ficção científica









Por Lucas Dal’Bello*


Nós, robôs?


Enquanto você lê este texto, há muitos cientistas trabalhando para transformar o mundo como você conhece. E o resultado pode ficar bem parecido com um filme de ficção científica. Um deles é o cientista brasileiro Miguel Nicolelis, pesquisador da Universidade Duke, no Texas. Nicolelis desenvolve projetos ligados à interpretação e transmissão de pensamentos para controlar aparelhos artificiais. Nesta palestra do TED, Nicolelis fala de alguns avanços que obteve com suas pesquisas. Por exemplo, uma macaca conseguiu, do Texas, fazer andar um robô no Japão usando apenas seus impulsos elétricos. O cientista também está trabalhando no Walk Again Project (“Projeto Andar de Novo”, em tradução livre). que pretende fazer com que um jovem com paralisia volte a andar, na abertura da Copa de 2014, utilizando para isso um exoesqueleto controlado pelo seu cérebro.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/dica-da-liga-como-a-ciencia-e-a-tecnologia-estao-nos-colocando-em-um-filme-de-ficcao-cientifica/

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Galileu: aprenda ciência com aplicativos e jogos










A Galileu é a revista ideal para quem curte ficar por dentro do universo da ciência, da tecnologia e dos fatos mais curiosos da história da humanidade. Para quem quer aprofundar ainda mais o conhecimentos nestas áreas, o TechTudo preparou uma lista de aplicativos que permitem analisar o espaço, ver o corpo humano por dentro, testar seu nível de inteligência e muito mais.



Galileu Mobile



Galileu Mobile (Foto: Divulgação)
Galileu Mobile (Foto: Divulgação)


A própria Galileu tem um aplicativo para Android e iOS que permite que seus leitores não percam nenhuma notícia, independente de onde estivere,. Com ele, o usuário pode acessar o conteúdo do site da revista diretamente do celular e se manter sempre bem informado sobre as últimas pesquisas e descobertas científicas, curiosidades históricas, acerca das novidades tecnológicas etc. Tudo isso na palma da mão.



Google Sky



O Google Sky é uma ferramenta desenvolvida pela Gigante de Buscas que permite explorar o universo. Perfeito para os fãs de astronomia, ele foi desenvolvido por astrônomos e conta com imagens dos maiores observatórios do mundo, como os da Nasa.



Google Sky (Foto: Divulgação)
Google Sky (Foto: Divulgação)


Com ele, o usuário consegue saber a posição de estrelas e planetas e - acredite - visualizar o nascimento de galáxias distantes. Tudo isso é permitido graças a bons recursos, como uma boa ferramenta de zoom, visão infra-vermelha - que permite alterar a transparência das imagens -, entre outras. Google Sky está disponível para online e tem um aplicativo para Android.



Visible Body



Enquanto uns curtem observar a imensidão do universo, outros amam mesmo é saber o que saber o que se passa dentro das estruturas minúsculas que existem dentro do corpo humano. Com o programa Visible Body, disponível para Windows e Mac OS X, é possível explorar os complexos sistemas do corpo, como o circulatório, e entender melhor sobre eles.



Visible Body (Foto: Divulgação)
Visible Body (Foto: Divulgação)


Desenvolvido por especialistas em Anatomia e Fisiologia, a aplicação permite visualizar mais de 1700 estruturas anatômicas criadas em três dimensões.



Músculos Anatomia



O app Músculos Anatomia é outra opção para aqueles curiosos sobre o funcionamento do nosso corpo. Desenvolvido para Android, o sofware traz diversas imagens em 3D com detalhes sobre o sistema muscular. É possível dar zoom, rodar a figura e verificar tudo para não perder nenhum detalhe.



I.Q - Test



E quem não tem curiosidade de saber o quão inteligente é? No I.Q - Test, app disponível para iOS, o usuário deve realizar algumas atividades, como problemas de lógica, respondendo no menor tempo possível.



IQ Test (Foto: Divulgação)
IQ Test (Foto: Divulgação)


No final do batalhão de perguntas, o programas indica o seu Coeficiente de Inteligência, o famoso Q.I.. O mais legal é que o aplicativo compara o resultado da pessoa testada com o de cérebros famosos, como Bill Gates e Isaac Newton.



Quem saber você não é o próximo Einstein?



Optical Ilusion



E se tem algo que embaralha o nosso cérebro, são as ilusões de ótica. O programa Optical Illusions traz quase cem imagens que dão vertigem, causadas pela percepção diferente da realidade de um determinado objeto.



Optical Illusions (Foto: Divulgação)
Optical Illusions (Foto: Divulgação)


Com ele, você pode desafiar amigos a tentar desvendar o que causa a ilusão. Depois, é pegar uma cola com o programa, explicar para eles como acontece e ainda ganhar a fama de inteligente do grupo. A brincadeira está disponível para usuário de aparelhos com iOS.



Tem dúvidas sobre tecnologia? Pergunte no Fórum do TechTudo!




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/04/galileu-aprenda-ciencia-com-aplicativos-e-jogos.html

sábado, 16 de março de 2013

A bíblia e a ciência caminhando lado a lado...




Bom dia,


A ciência, cada vez mais, confirma as verdades da Bíblia. Paul Hutchins, autor do livro “Hubble Reveals Creation” (Hubble revela a criação, em tradução livre), mostrou, recentemente, que muitos dados científicos são precisos e correspondentes ao contexto bíblico.

Em entrevista ao PRNewswire, Hutchins diz que durante muito tempo, para cientistas e estudiosos da Bíblia, a primeira parte do versículo dois de Gênesis – “e a terra era sem forma e vazia” – não fez muito sentido.

De acordo com o autor, cientistas recolheram dados de um satélite protoplanetário que circula pela constelação de Touro, no sistema estelar CoKu Tau 4 e chegaram à conclusão de que planetas como a Terra se formaram na escuridão com a junção de detritos provenientes da sua estrela central, que coincide com o que é descrito no Gênesis.

Hutchins informa que os dados coletados pela NASA, ao serem comparados com a Bíblia são muito precisos no que diz respeito ao fato de que a palavra hebraica “dia” (yom) pode significar variados períodos de tempo, não só um período de 24 horas.

A NASA também revelou que um “planeta amadurece dentro de um casulo empoeirado que, aos poucos, suga todo o pó entre ele e o sol”. Segundo o site, as fases iniciais do processo correspondem ao versículo três do Gênesis: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz”.

Além disso, Paul Hutchins aponta uma correspondência com o versículo 16 do Gênesis, “o quarto dia da criação, quando analisado no contexto da língua hebraica”, pois o planeta em formação.

“E Deus passou a fazer [‘a-sah’, em hebraico tem sentido de cumprir, realizar] os dois grandes luminares o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas”, diz o versículo.

Segundo ele, somente nos estágios mais avançados da formação do planeta é possível ver da Terra a luz do sol já existente, a lua e as estrelas.

Da mesma maneira como descrito no Gênesis, Hutchins mostra que a ciência comprovou a formação do universo, ou seja, não havia nada, o planeta se formou com poeira e detritos vindos do sol e a luz surgiu gradualmente.

As descobertas feitas pelos cientistas desvendam a confusão e a dúvida que existia sobre o Gênesis e reconhecem que a Bíblia é cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original, o hebraico.

Fonte: The Christian Post