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domingo, 28 de setembro de 2014

PORTA DOS FUNDOS (FINANCIAMENTO)










Candidatos políticos são como pilotos de Fórmula 1, só que ao invés de macacões estampados de patrocínios eles usam terno. É doação voando pra todos os lados. Direita ou esquerda, homem ou mulher, nada disso importa. O que importa é seu número na pesquisa e intenção de votos. Afinal de contas, todos adoramos um vencedor. E não há nada melhor que a gratidão daquele que apoiamos e ajudamos a chegar lá.


Senhoras e senhores, com vocês, mais um vídeo original, inédito e exclusivo da nossa Porta dos Fundos: “Financiamento”…



Para assistir a todos os vídeos da Porta dos Fundos, cliquem AQUI e confirmem a inscrição no canal AQUI.  :-)






Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.kibeloco.com.br/2014/09/28/porta-dos-fundos-financiamento/

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Cinco tablets para comprar com financiamento do ‘Minha Casa Melhor’










O governo brasileiro ampliou a lista de produtos que podem ser adquiridos por meio do programa ‘Minha Casa Melhor’. Entre os novos produtos, há tablets que podem ser comprados por até, no máximo, R$ 800, financiados em até 48 vezes. Como o preço máximo definido, listamos os cinco tablets vendidos em lojas cadastradas para aceitar o programa do governo. Confira a lista:



Onde posso encontrar tablets bons e baratos? Acompanhe o debate no fórum



- Tablet Philco 7A-P111A4.0



Tablet Philco 7A-P111A4.0 (Foto: Divulgação)
Tablet Philco 7A-P111A4.0 (Foto: Divulgação)


O tablet Philco 7A-P111A4.0 tem tela capacitiva de 7 polegadas, memória de 8 GB, entrada micro USB, saída mini HDMI, Wi-Fi e roda sistema Android 4.0. Com configurações medianas, ele tem um processador ARM Cortex A8 de 1.0 GHz e uma bateria tem 3.000mAH. Pode ser achado por R$ 599.



- Tablet DL HD-7 Plus



Tablet DL HD-7 Plus (Foto: Divulgação)
Tablet DL HD-7 Plus (Foto: Divulgação)


Com design brilhante, o DL HD-7 Plus - produzido no Brasil - é um tablet Android com memória interna de 4 GB, Wi-Fi, tela capacitiva de 7 polegadas e com câmera de 2 megapixels. Compatível com modem 3G e com Wi-Fi b/g/n, ele tem um processador de 1.2 GHz e, assim como o Philco, também pode ser achado por R$ 599.



- CCE TR 101



CCE Motion Tab TR101 (Foto: Divulgação/CCE) (Foto: CCE Motion Tab TR101 (Foto: Divulgação/CCE))
CCE Motion Tab TR101 (Foto: Divulgação/CCE)



O tablet CCE TR 101 é o único modelo com tela de 10 polegadas da lista. Lançado em abril, o Motion Tab tem processador single-core Cortex A8 de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno, com entrada para microSD. Tem câmera integrada, Wi-Fi e suporte a modem 3G, rodando o Android 4.0. Este produto é o mais barato da lista e pode ser encontrado no setor de eletrônicos de grandes supermercados a R$ 399.



- Samsung Galaxy Tab 2



Galaxy Tab 2 recebeu atualização do sistema operacional (Foto: Divulgação/Samsung) (Foto: Galaxy Tab 2 recebeu atualização do sistema operacional (Foto: Divulgação/Samsung))
Galaxy Tab 2 P 3100 (Foto: Divulgação/Samsung)


Com tela de 7 polegadas, o Samsung Galaxy Tab 2 P3100 é um dos tablets mais famosos do Brasil. Ele tem processador dual-core de 1 GHz e 1 GB de RAM, além de Wi-Fi, 3G e memória interna de 16 GB. A câmera tem 3 megapixels e o sistema operacional é o Android 4.1. O produto pode ser encontrado por R$ 794 à vista.



- Samsung Galaxy Tab 3



Samsung Galaxy Tab 3 (Foto: Divulgação)
Samsung Galaxy Tab 3 (Foto: Divulgação)


O Samsung Galaxy Tab 3 tem tela de 7 polegadas, memória de 8 GB, processador dual-core de 1.2 GHz e câmera de 3 megapixels. A bateria é de 4.000 mAh e ele tem entrada microSD, além de suporte a 3G e Wi-Fi, assim como a geração anterior, acima. Rodando o Android 4.0, este modelo pode ser encontrado por R$ 649.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/10/cinco-tablets-para-comprar-com-financiamento-do-minha-casa-melhor.html

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Offbeatr: a plataforma de financiamento coletivo pornô









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Se você é ligado em internet ou razoavelmente atento ao mundo digital, já ouviu falar de plataformas dedicadas ao financiamento coletivo de projetos, como o Kickstarter e o Catarse. Mas e do Offbeatr, o Kickstarter pornô, você já ouviu falar?


Lançado em 2012 por Ben Tao e Eric Lai, o site de crowdfunding adulto tem um modo apropriado para se ver no trabalho, um NSFW (not suitable for work), e funciona de modo similar ao de seus concorrentes mais famosos. A principal diferença é que, antes de começar a usar seu dinheiro para comprar cotas e bancar um projeto que apoia, o usuário precisa votar e torcer que tal produto se torne elegível – só depois de aprovado na fase de votação é que uma ideia fica disponível para o aporte de dinheiro.


Criado há pouco mais de nove meses, o Offbeatr já financiou mais de 280 mil dólares para projetos adultos e, ao contrário do que poderia se supor, não são necessariamente os filmes eróticos tradicionais que têm feito sucesso. Entre os estão projetos já apoiados estão conteúdo de arte, quadrinhos e, principalmente, games de temática XXX – Trials in Tainted Space, por exemplo, amealhou mais de 190 mil dólares (a pedida inicial era de 10 mil).


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Até pelos resultados de nicho obtidos até agora, o novo objetivo dos fundadores é expandir a plataforma para além dos gamers, ampliando a presença e o engajamento da indústria mais tradicional (de filmes com atores).”Os criadores de projetos adultos que gostaríamos de atingir provavelmente nem sabem como obter financiamento coletivo e, menos ainda, sabem que financiamento coletivo adulto é uma opção para seus projetos criativos”, disse Tao em entrevista ao Mashable.


E enquanto a Vivid ou a Brasileirinhas não embarcam nessa, o mercado indie e altporn parece ser um bom começo. O filme “Come to me when you are ready”, novo trabalho da diretora de filmes pornôs femininos Erika Lust, já está disponível para votação na plataforma.

Via Mashable



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/tendencias/offbeatr-a-plataforma-de-financiamento-coletivo-porno/

quinta-feira, 21 de março de 2013

Capa para iPhone com recarga a manivela busca financiamento na Internet





Boa Tarde!






A Reactor é uma capa para iPhone que recarrega a bateria do smartphone através de uma manivela. O acessório da Gridcase traz uma bateria interna de 400 mAh com um gerador de 500 mAh, que envia energia para o smartphone da Apple. No entanto, para que o produto chegue as lojas, a empresa precisa juntar US$ 350 mil (cerca de R$ 700 mil) no site "Crowd Supply".



Capa Reactor recarrega o iPhone 5 com uma manivela (Foto: Divulgação)
Capa Reactor recarrega o iPhone 5 com uma manivela (Foto: Divulgação)



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/03/capa-para-iphone-com-recarga-a-manivela-busca-financiamento-na-internet.html

7 filmes produzidos com financiamento coletivo





Bom Dia!





Ter uma câmera na mão e uma ideia na cabeça é preciso – mas um dinheirinho também não faz mal. Fazer filmes é caro e nem precisa ser uma mega-produção hollywoodiana com milhões de dólares gastos em explosões e efeitos especiais para ver que a conta fica facilmente no vermelho. E se você não tem uma pequena fortuna guardada no colchão? Uma das opções encontradas por artistas independentes é o crowdfunding – ou, em português, o financiamento colaborativo. Trata-se de plataformas online permitem que usuários invistam nos projetos que quiserem, contribuindo com quantias para a sua realização. Se a meta de arrecadação é atingida, os produtores recebem o dinheiro. Se não, a doação é cancelada e o dinheiro volta inteirinho para o usuário. Até janeiro de 2013, somente no Kickstarter, uma das maiores plataformas online para crowdfunding, 8.567 filmes foram total ou parcialmente financiados – um total de 85,7 milhões de dólares nos últimos 4 anos. Entre projetos já concluídos e os que ainda estão em desenvolvimento, confira 7 filmes produzidos com financiamento colaborativo:


 


1. Veronica Mars



Quando o amado seriado teen que acompanhava a jovem detetive Veronica Mars foi encerrado prematuramente em 2007 (depois de uma terceira temporada mais curta que as anteriores), muitas tramas ficaram sem resolução. Inclusive o triângulo amoroso entre Veronica, Logan e Piz, que inquietava os fãs mais fiéis. Naquele mesmo ano, o criador da série, Rob Thomas, tentou levar a conclusão do seriado para as telonas, mas a Warner não deu bola para o projeto. Cinco anos depois, Thomas e a estrela do seriado, Kristen Bell, fizeram com o estúdio a barganha perfeita: no dia 13 de março lançaram um projeto no site de financiamento coletivo Kickstarter com o objetivo de arrecadar 2 milhões de dólares para a produção do filme em um prazo de até 30 dias.


A Warner Bros concordou que, caso a empreitada fosse bem sucedida, o filme seria produzido e o estúdio contribuiria com a verba para marketing, divulgação e distribuição. Para a surpresa até dos mais entusiastas, a meta foi cumprida em apenas 10 horas – um recorde no site de financiamento colaborativo. O projeto recebeu, até o momento, mais de 3,7 milhões de dólares – e ainda faltam 20 dias para o fim do prazo para arrecadação. Veronica Mars não foi a primeira (nem será a última) série a deixar órfãos milhares de fãs apaixonados, mas o sucesso sem precedentes do projeto de financiamento colaborativo pode indicar novos caminhos para estúdios e emissoras.


Leia também:  6 séries de TV que duraram menos do que você gostaria


 


2. Anomalisa



Quem curte Community têm razões para comemorar: Dan Harmon, criador da série demitido ao final da terceira temporada, está trabalhando em um novo projeto. Ao lado de Dino Stamatopoulos, o eterno Starburns, Harmon é o responsável pela produção executiva da animação em stop-motion Anomalisa. O longa, que contará a história de um homem “incapacitado pela mundanidade de sua vida”, é assinado pelo super-roteirista Charlie Kaufman, o nome por trás de filmes como Adaptação, Quero ser John Malkovich e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças.


“Nosso objetivo é produzir este filme singular fora do típico esquema de Hollywood, onde acreditamos que você, o público, nunca teria a possibilidade de desfrutar deste brilhante trabalho da forma como foi originalmente concebido. Trabalhamos na indústria da televisão e do cinema por anos e nós queremos fazer algo de forma independente. Algo puro. Algo bonito”, explicam no projeto criado no Kickstarter com o objetivo de arrecadar 200 mil dólares para a produção. O projeto arrecadou o dobro da quantia esperada, atingindo a marca dos 406 mil dólares em setembro de 2012, quando se encerrou o prazo para o financiamento. Atualmente em desenvolvimento, os bastidores podem ser acompanhados através da página oficial do filme no Facebook.


 


3. Inocente



Argo, filme dirigido e estrelado por Ben Affleck, foi o grande vencedor do Oscar de 2013. Mas, entre números musicais e celebridades subindo ao palco, talvez um dos grandes marcos da cerimônia tenha passado despercebido: Inocente, premiado com a estatueta de Melhor Documentário de Curta-Metragem, é o primeiro filme com financiamento coletivo a ganhar o Oscar. Para contar a história da garota de 15 anos, imigrante sem documentos que sonha em se tornar uma artista, a equipe de produção criou um projeto no Kickstarter para arrecadar 50 mil dólares para finalização e divulgação do filme. Em um mês, arremataram mais de 52 mil.


 


Bônus: Kings Point, curta-documentário sobre envelhecimento na América indicado na mesma categoria do Oscar 2013, também contou com financiamento coletivo – através do Kickstarter foram arrecadados pouco mais de 10 mil dólares para a contratação de um montador. Foi também através do Kickstarter que Buzkashi Boys, curta-metragem filmado no Afeganistão e também indicado ao Oscar, conseguiu financiamento para a pós-produção. Nos dois anos anteriores, três outros filmes feitos com a ajuda do crowdfunding haviam sido indicados ao prêmio da Academia: Incident in New Baghdad, Sun Come Up e The Barber of Birmingham.


 


4. Deixe as luzes acesas (Keep the lights on)



Para contar a história de dois homens separados pelo vício e por segredos, mas unidos pelo amor e a esperança, o diretor americano Ira Sachs também recorreu ao Kickstarter. “Comecei a trabalhar em Deixe as luzes acesas, com o meu co-roteirista Mauricio Zacharias, porque ambos estávamos frustrados por notar que existem poucos filmes que refletem a vida de homens gays que vivem em Nova York como nós a conhecemos”, explica Sachs no projeto. Contando com fundos para parte da produção do longa, a equipe recorreu, em maio de 2011, ao site de financiamento coletivo para completar a verba do projeto – se conseguissem atingir a meta de 25 mil dólares, as filmagens poderiam ser iniciadas até o final do ano.


Deu certo. Foram arrecadados mais de 26 mil dólares até junho de 2011. Concluído e bem sucedido, o filme foi premiado no Festival de Berlim em 2012: Deixe as luzes acesas recebeu o prêmio Teddy, concedido aos melhores filmes com temática LGBT.


 


5. One day on Earth



Com ajuda de outras 60 ONGs de todo o planeta,  a organização One day on earth, convocou pessoas de todo o mundo para registrar pequenos fragmentos de um dia de suas vidas no dia 10 de outubro de 2010. As mais de 3 mil horas de imagens do dia 10/10/10 foram transformadas em um documentário. “One day on Earth é o primeiro filme feito em todos os países do mundo em um mesmo dia. Nós vemos os desafios e as esperanças da humanidade de um grupo diversificado de realizadores voluntários reunidos por uma experiência de mídia participativa. O mundo é interligado, enorme, perigoso e maravilhoso”, afirma o criador do projeto Kyle Ruddick. Produzido de forma colaborativa e financiado por meio de crowdfunding – foram angariados 44 mil dólares para a finalização do filme -, One day on Earth já contou com duas novas convocatórias, em 11/11/11 e 12/12/12.


 


6. The Price



Todas as noites, um velho gato preto trava uma batalha com um inimigo invisível. Determinado a encontrar aquilo que tanto agita o felino em sua varanda, um homem sai em busca da ameaça e fica horrorizado com a sua descoberta. Ficou com medo? The Price, história escrita pelo autor britânico Neil Gaiman, já nasceu com todos os elementos necessários para conquistar a audiência nas salas de cinema. Graças a um projeto de financiamento colaborativo, agora isso será possível. O diretor de arte Christopher Salmon resolveu transformar o conto de terror em um curta-metragem. Em 2006, realizou os primeiros esboços do projeto e conseguiu a permissão de Gaiman para seguir adiante com a adaptação. O autor, que assina obras como os quadrinhos Sandman e o livro Coraline (adaptado para o cinema em 2009), ajudou a divulgar e a financiar a empreitada quando, em 2010, Salmon usou o Kickstarter para angariar fundos para a produção. Em um mês, foram arrecadados 160 mil dólares. Ainda em produção, o desenvolvimento do projeto pode ser acompanhado no diário de produção do curta.

7. The Canyons



No elenco estão a garota-problema Lindsay Lohan, o ator pornô mais pop do momento, James Deen, e Gus Van Sant, diretor de filmes como Gênio Indomável, Elefante e Milk – A voz da igualdade. Pode até não parecer, mas The Canyons tem um micro-orçamento que não ultrapassa muito os quase 160 mil dólares levantados através do Kickstarter. Bret Easton Ellis, Braxton Pope e Paul Schrader, roteirista, produtor e diretor do longa, respectivamente, investiram 30 mil dólares cada no projeto – o restante do orçamento para a produção do filme veio do fundo colaborativo online. Um caso à parte nesta lista, a busca por financiamento colaborativo foi uma medida desesperada: Schareder, responsável pelos roteiros de filmes como Taxi Driver e Touro Indomável, há muito não conseguia encabeçar um projeto de sucesso. Ellis, depois de fazer sucesso com os livros Abaixo de Zero e O Psicopata Americano, tentou a fama em Hollywood como roteirista. Não deu muito certo. Com The Canyons, eles tinham uma estratégia em mente: fazer um filme de 250 mil dólares parecer um filme de 10 milhões e torcer para dar tudo certo ao longo do caminho. A produção foi turbulenta, mas o filme foi concluído em dezembro do ano passado. Resta agora saber se o filme vai convencer.


 



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-filmes-produzidos-com-financiamento-coletivo/