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domingo, 7 de julho de 2013

Fisl14 chega ao final após levar mais de 7 mil pessoas a Porto Alegre










O Fisl14 (14º Fórum Internacional Software Livre) chegou ao fim neste sábado (6) com números impressionantes: foram mais de 7 mil pessoas, cerca de 500 palestrantes e 600 horas de atividades, sendo 80 delas gratuitas e abertas ao público em geral. Tudo isso reunido em Porto Alegre (RS) para falar sobre software livre, liberdade de conhecimento e compartilhamento.



O evento, que é considerado um dos maiores da área na América Latina, teve entre seus principais convidados o sueco Tobias Andersson, um dos fundadores do Pirate Bay. Ao longo de quatro dias, a grade de programação reuniu 32 grupos de usuários de softwares livres e 98 caravanas de outros estados, sendo 7 internacionais e, do Macapá, a que veio de mais longe. Nas redes wireless e cabeada, o tráfego de dados também atingiu uma marca impressionante: mais 1.4 terabyte de dados.



Cicero exibe seu trabalho no 14º Fisl (Foto: Giordano Tronco/Techtudo) (Foto: Cicero exibe seu trabalho no 14º Fisl (Foto: Giordano Tronco/Techtudo))
Cicero exibe seu trabalho no 14º Fisl (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)



Uma das palestras mais esperadas tratou de reconstrução facial forense com Software Livre, em que o especialista em modelagem 3D, Cícero Moraes, mostrou seu trabalho em parceria com museus e universidades. Ele reconstruiu a face de múmias e hominídeos a partir de fotografias dos crânios.



Na área de educação, tratou-se desde o ensino de programação para crianças, até novas formas de transmissão do conhecimento levando em conta a ideologia hacker. De acordo com os professores convidados, é importante repensar a estrutura do ambiente escolar, não restringindo os estudantes a horários pré-combinados e pensando mais na assimilação por parte do jovem do que no cumprimento de tarefas.



No ramo dos negócios, o Fisl14 apresentou uma série de atividades relacionadas ao empreendedorismo, entre elas o Projeto Acelerador, que reuniu empresários e investidores que trabalham com soluções livres.



Sem medo, visitante recebe choque da bobina de Tesla (Foto: Giordano Tronco/Techtudo) (Foto: Sem medo, visitante recebe choque da bobina de Tesla (Foto: Giordano Tronco/Techtudo))
Sem medo, visitante recebe choque da bobina de Tesla (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


Um dos destaques da feira de exposições foi a maior Bobina de Tesla do Brasil. A máquina gigante de raios chamou a atenção dos participantes. O aparelho demonstrava a possibilidade de transmissão de energia elétrica sem fios e representou o tema da Revolução Energética, tratado no evento. A exposição da impressora 3D Metamáquina também ganhou a simpatia dos visitantes. O aparelho é um hardware livre de baixo custo que produz objetos em plástico com base em modelos virtuais.



As críticas ao Facebook também se fizeram presentes. O fundador do movimento Software Livre, Richardo Stallman, afirmou em palestra que a empresa é uma das que mais violam a privacidade dos usuários. O professor em Computação da Universidade de Brasília, Pedro Rezende, também teceu críticas às ações de monitoramento do governo dos Estados Unidos, que vigiam e controlam os dados de usuários de redes sociais, e-mail e telefones.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/07/fisl14-chega-ao-final-reunindo-mais-de-7-mil-pessoas.html

sábado, 6 de julho de 2013

Fisl14: professor dá dicas de segurança na internet










O professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS, Rafael Jaques, começou sua palestra sobre Segurança na Era Digital, no Fórum Internacional de Software Livre (Fisl14), em Porto Alegre, com o seguinte alerta: “nós não estamos naquele mundo cor-de-rosa que muitos imaginam.”



Rafael Jaques no 14º Fisl (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
O professor Rafael Jaques no 14º Fisl, no RS

(Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


Jaques foi ao evento para alertar sobre os riscos da falta de instrução no uso da internet. Segundo ele, o problema da inclusão social no Brasil foi permitir o acesso da população à computadores sem capacitá-la a lidar com o mundo digital. “É como dar um carro e não ensinar a dirigir”, exemplificou.



O resultado é um grande número de usuários inocentes, presas fáceis para fraudadores e pessoas mal-intencionadas. Até hoje, muita gente cai no golpe do e-mail premiado que pede para o usuário clicar num link com endereço malicioso. Se antes essas fraudes eram grosseiras, hoje elas são bem feitas. Jaques mostrou um e-mail que recebeu, supostamente, das Casas Bahia, avisando sobre uma premiação de Dia dos Pais. “Se o link não levasse para um site russo, eu poderia até ter acreditado”, confessou.



Outro problema é lidar com a privacidade em tempos de redes sociais. As pessoas não são instruídas sobre o ambiente público da internet e postam coisas das quais se arrependem. “Precisamos ser agentes de conscientização”, avisou o palestrante. “Sente com a sua avó, ou alguém que está aprendendo a usar a internet, e explique o que se pode e o que não se pode fazer”.



Alguns conselhos que podem ser facilmente repassados



- Não acredite em boatos do Facebook: o site não será cobrado; não mudará sua política de privacidade; não ajuda crianças doentes caso você compartilhe postagens; não será dono das suas fotos; e não tem previsão de encerrar atividades;



- Lembre-se que as pessoas não perguntam se podem lhe marcar em fotos. Mesmo que você não tenha o hábito de botar fotos suas nas redes sociais, elas podem existir na conta de outros;



- Não faz sentido fazer uma conta do Twitter fechada se você aceitar qualquer estranho que peça para segui-lo;



- Dados na internet são para sempre. Lembre-se disso cada vez que subir um vídeo seu no Youtube;



- Nenhum banco pedirá seus dados por e-mail. Os bancos se comunicam com seus clientes por carta, via correio;



- Links para notícias bombásticas (morte da presidente ou do papa, por exemplo) podem ser truques para fazê-lo abrir páginas maliciosas;



- Nunca diga, nas redes sociais, que você está sozinho em casa, ou que não há ninguém em casa no momento;



- Se você for vítima de golpe, procure a delegacia de crimes virtuais de seu estado.



De brinde, Jaques deu dicas para a segurança offline também



- Pendrives podem esconder vírus. Não sai catando pendrives por aí e colocando no seu computador sem saber a procedência;



- Na hora de emprestar um pendrive, certifique-se que não haja arquivos pessoais. O recomendável é possuir um pendrive somente para transmitir dados e emprestar aos outros;



- Proteja seu computador com uma senha quando estiver trabalhando em rede;



- Cuidado ao mandar o computador para o conserto. Algumas pessoas guardam suas senhas pessoais num arquivo de texto no computador, e o técnico pode ter acesso a ele.



Toda essa informação dá uma certa paranoia, não? “Não se preocupem: isso passa em uns quatro ou cinco dias”, brincou Jaques.



Para quem deseja saber mais, o professor passou alguns links interessantes: o site E-farsas.com, uma espécie de "mythbusters" dos boatos da internet, e a cartilha do CERT.br, com tudo o que você precisa saber sobre como navegar com segurança na internet.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/fisl14-professor-da-dicas-de-seguranca-na-internet.html

Veja fotos do público e palestrantes da Fisl14











Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/fotos/2013/07/veja-fotos-do-publico-e-palestrantes-da-fisl14.html

Acessibilidade de deficientes visuais na internet é tema no Fisl14










Já parou para pensar como um deficiente visual faz para acessar a internet? Infelizmente, muitos desenvolvedores de websites não realizam esse exercício de imaginação, e o resultado são sites inadequados para cegos, daltônicos e pessoas com outros problemas de visão. A arquiteta da informação Juliana Fernandes é uma exceção. Ela veio para o Fórum Internacional do Software Livre (Fisl14), em Porto Alegre, para capacitar webdesigners e programadores a desenvolverem trabalhos acessíveis a deficientes visuais.



Palestra do Fisl sobre acessibilidade foi feita com a ajuda de um tradutor de Libras (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
Palestra do Fisl sobre acessibilidade foi feita com a ajuda de um tradutor de Libras (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


O TechTudo conversou sobre acessibilidade com Juliana e com o web engineer Emerson Rocha Luiz, seu colega na Alligo, empresa que trabalha com usabilidade e arquitetura da informação em projetos web.



TechTudo: como um deficiente visual pode acessar a internet?



Juliana: através de leitores de voz que leem o código HTML puro. Numa página com uma marcação HTML bem feita onde há uma foto, digamos, de um coelhinho pulando, o leitor dirá “coelhinho pulando – gráfico”. Se houver um menu com quatro itens, ele avisa: “lista com quatro itens”. Aí ele pode usar atalhos no teclado: a tecla “L” leva para a “lista”, “F” vai para formulário… O cego tem mais noção de HTML do que muito desenvolvedor.



Emerson e Juliana (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
Emerson e Juliana (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


Juliana: eu fico assustada com a quantidade de páginas sem acessibilidade. Muitos profissionais aqui usam regras defasadas, que não estão de acordo com as diretrizes do W3C (consórcio de grandes empresas da internet que desenvolvem o conjunto de padrões para web). Eu passei a usar o leitor de voz no meu computador para entrar no problema de quem é deficiente visual. É bem difícil. Às vezes o leitor de voz só consegue ler partes da página, é bem precário.



Emerson: mesmo as páginas do governo são mal estruturadas. Não de todos os órgãos, algumas são boas, até, mas a maioria não é.



TT: o que o desenvolvedor de web pode fazer para tornar uma página o mais acessível possível?



Emerson: se o cara é um bom desenvolvedor e fizer uma boa marcação HTML, já facilita. O usuário, na pior das hipóteses, pode navegar pelos cabeçalhos. Numa página com uma boa semântica, tudo o que o deficiente visual não poderá ver são as fotos e vídeos.



TT: quais os melhores softwares para acessibilidade?



Juliana: existem sistemas operacionais livres, como o DOS-VOX, feitos para cegos. Os deficientes visuais utilizam leitores de voz nos celulares também. A Apple tem um. Há o NVDA, um software livre para Windows, e o Linux tem o Linux Acessível.



Confira algumas dicas de Juliana



- É bom fazer os links o mais descritivo possível, não somente “leia mais” ou “clique aqui”, mas sim “clique aqui para ver o coelhinho pulando.”;



- A fonte precisa ter ao menos 16px;



- O primeiro link da página no HTML precisa ser um atalho para o conteúdo principal;



- Não use uma cor para o texto muito parecida com a do fundo da página. Na dúvida, use o site Color Contrast Check para saber se um tom é visível ou não em comparação com outro;



- Acrescente um sublinhado aos textos com links. Não os diferencie do texto normal só pela cor;



- Leia os conselhos do W3C para criar uma página organizada e acessível.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/acessibilidade-de-deficientes-visuais-na-internet-e-tema-no-fisl14.html

Fisl14: veja o que os participantes levam na mochila











Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/fotos/2013/07/fisl14-veja-o-que-os-participantes-levam-na-mochila.html

Engenheiro no Fisl14 mostra como fazer um carregador de bateria em casa










O engenheiro Thomas Soares demonstrou, na feira de exposições do Fisl14 (14º Fórum Internacional Software Livre), que acontece em Porto Alegre entre os dias 3 e 6 de julho, que é possível produzir energia elétrica de uma forma renovável, limpa e muito mais moderna do que o usual. Utilizando princípios simples, ele construiu um carregador de baterias de telefone celular que utiliza imãs e bobinas para gerar campo magnético produtor de eletricidade.



Foto: Gabriel Galli/Techtudo
Pote de plástico, interruptor e imãs carregam bateria de celular em duas horas. (Foto: Gabriel Galli/Techtudo)


A experiência de Soares utiliza materiais simples: relé (interruptor eletromecânico que serve para ligar e desligar dispositivos, muito utilizado na montagem de automóveis), duas baterias de 9V, caixa e suporte plástico. A bateria serve somente para criar um pequeno impulso responsável por girar o sistema com imãs na ponta, que, passando próximo a uma bobina de fios, gera campo magnético.



O campo, quando se desfaz, cria um impulso com mais energia do que a original vinda da bateria. Com isso, é possível recarregar um celular convencional em duas horas. No mesmo local é possível encontrar outros equipamentos que trabalham com conceitos semelhantes de produção de energia, mas em tamanho maior. Se a mesma ideia for aplicada em estruturas mais complexas, pode-se revolucionar as formas de sustentar uma cidade com eletricidade.



Thomas Soares (Foto: Gabriel Galli/TechTudo)
Thomas Soares (Foto: Gabriel Galli/TechTudo)


“Estamos vivendo na era dos Flinstones, mas poderíamos estar na dos Jetsons”, comentou Soares. Para o engenheiro, o modelo energético que sustenta o mundo atualmente é problemático e insustentável. Ele é militante de um movimento chamado de Revolução Energética, que propõe uma mudança tão radical na produção e distribuição de eletricidade quanto a que aconteceu no uso de computadores.



Antigamente, as máquinas eram centralizadas em grandes prédios e, para usá-las, era necessário perfurar cartões que continham os comandos e programas. Depois, com a evolução dos equipamentos, possibilitou-se que cada pessoa tivesse seu próprio “personal computer”. Para os militantes da Revolução Energética, obras faraônicas, como grandes hidrelétricas podem se tornar obsoletas. “Elas permanecem até hoje por causa de uma certa inércia tecnológica e pela grande pressão do poder econômico”, afirma Soares.



Colocar a bateria pra carregar durante 12 horas na primeira vez é mito ou verdade? Aprenda no Fórum TechTudo.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/engenheiro-no-fisl14-mostra-como-fazer-um-carregador-de-bateria-em-casa.html

Fisl14 ensina como 'fazer' dinheiro com Software Livre










No mundo atual vemos cada vez mais o avanço tecnológico e formas diferentes de se fazer dinheiro. Uma prova disso é o aumento no número de startups, que são projetos que fazem seus proprietários pagar as contas e viver bem. Com software livre não é diferente, é só saber para onde olhar e o caminho a seguir. Esse foi o tema do papo “Como Fazer dinheiro com Software Livre”, no Fisl14, que acontece em Porto Alegre.





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Jeison Frasson é especialista no desenvolvimento

de aplicativos e plataformas online

(Foto: Douglas Freitas/TechTudo)



Muitas pessoas adotam o software livre como espírito de vida e acaba se tornando militante do código aberto. Mas tem como ganhar dinheiro com o seu projeto nessas condições? Para o analista de sistemas e diretor de tecnologias, Jeison Frasson, tem sim. Segundo ele, quem trabalha com Software Livre tem que seguir alguns preceitos e ficar atento. “Problemas são oportunidades. Quando há alguma dificuldade, ali pode ser a chance de você desenvolver algo bacana e se dar bem”, receitou.



Jeison Frasson é formado como DBA Oracle, é especialista no desenvolvimento de aplicativos, sistemas e plataformas online. Ele é criador do projeto lliure, plataforma para desenvolvimento de websites. Uma grande dica ensinada por ele durante a palestra é: aprender a trabalhar com resultados. Para quem quer projetar com software livre e quer se dar bem com isso, tem que entender que o dinheiro pode não vir através da venda do sistema ou da ferramenta. Na maioria das vezes, o segredo está em saber retirar verba dos resultados gerados pelo software.



Além do estudo técnico, conhecer a história de vencedores na história do software livre é fundamental. Procure ler sobre Richard Stalmman, o fundador do movimento Software Livre, e John "Maddog" Hall, o guru do Linux. Aprenda com as experiências deles e saiba valorizar os seus logros.



Por fim, Jeison lembrou que o software livre é com um código aberto, que pode ser aprimorado constantemente, sempre em busca do modelo de negócio ideal. Se nada der certo, fica a receita final: “Outra maneira de fazer dinheiro com software é ficar famoso e cobrar por fotos tiradas em evento como Fisl14″, brincou.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/fisl14-ensina-como-fazer-dinheiro-com-software-livre.html

Fisl14: planta-robô reage a toque humano com sons e luz










Uma das atrações mais legais do 14º Fórum Internacional Software Livre, que ocorre de 3 a 6 de julho em Porto Alegre, é a área de robótica. Lá, desenvolvedores realizam oficinas e apresentam suas invenções, como uma planta-robô que ao ser tocada produz sons e luz por meio de aparelhos.



Quando a mão toca nas folhas, as luzes acendem (Foto: Giordano Tronco)
Quando a mão toca nas folhas, as luzes acendem (Foto: Giordano Tronco/ TechTudo)


A invenção é obra de Ricardo Guimarães, programador do grupo Gypsy Ware, e funciona por conta de uma placa de robótica chamada Arduino. Conectado a um computador e a sensores instalados na planta, o Arduino registra a reação entre a umidade da planta e a mão da pessoa que a toca e traduz tudo em luzes e ruídos, emitidos através de uma caixa de som.



A experiência com a planta está registrada no blog do Gypsy Ware. A programação do Arduino tem muitas utilidades, conta o instrutor de robótica Leonardo Murillo: "Com uma placa dessas e alguns sensores e circuito infravermelho dá para fazer a automação do quarto inteiro brincando. Dá para controlar o ar condicionado e a TV, e também para fazer controle de iluminação, onde a luz da casa muda conforme o dia escurece".



Dois modelos de Arduino (Foto: Giordano Tronco) (Foto: Dois modelos de Arduino (Foto: Giordano Tronco))
Dois modelos de Arduino (Foto: Giordano Tronco/ TechTudo)


O Arduino é um hardware livre e seu projeto está disponível de graça na internet: é só baixar, comprar as peças e montar. Quem não se sentir seguro na empreitada pode encomendar uma placa pronta, cujo custo varia de R$ 40 a R$ 80. Há tutoriais de programação para leigos na internet, mas Leonardo Murillo garante que não é difícil.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/fisl14-planta-robo-reage-toque-humano-com-sons-e-luz.html

Fisl14: alunos de colégio fazem robôs com sucata eletrônica










Você comprou um smartphone e acha que daquele seu celular antigo é imprestável? Não se engane: o que é lixo para alguns pode ser matéria-prima para outros. O CMID – Centro Marista de Inclusão Digital – que funciona junto ao Colégio Marista de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e ensina os alunos do colégio a fazer robôs a partir de lixo eletrônico. O trabalho do CMID está em exposição num estande do 14º Fórum Internacional Software Livre, que acontece em Porto Alegre.



Acompanhe a cobertura do TechTudo no Fisl14



Robô feito com peças que iriam para o lixo (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
Robô feito com peças que iriam para o lixo (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


Os alunos da turma avançada de robótica, por exemplo, constroem carros com sensores de movimento que respondem à aproximação das pessoas. A fonte de energia são baterias de celular e o motor, ceduleiras de máquinas caça-níquel apreendidas pelo Ministério Público."Tirando alguns sensores, que precisamos comprar, é tudo reciclagem", comentou o instrutor de robótica do CMID, Leandro Schneider.



Os alunos do Colégio Marista também aprendem a consertar computadores antigos e a fazer meta-arte, esculturas com as peças velhas que realmente não têm uso. "O nosso projeto só funciona por causa do lixo eletrônico. Se fôssemos ter que comprar tudo, não seria viável", completou.



Schneider segurando uma bicicleta em meta-arte (Foto: Giordano Tronco)
Schneider segurando uma bicicleta em meta-arte (Foto: Giordano Tronco)


Apesar de parecer um bicho de sete cabeças para quem não entendo do assunto, a linguagem da programação é acessível a qualquer um. Schneider conta que muitos alunos entram no projeto sem saber mexer em um computador e saem de lá programando.



Robô feito com impressora antiga se mexe quando tocam no seu sensor (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
Robô feito com impressora antiga se mexe quando tocam no seu sensor (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


Em uma época em que celebridades do mundo digital fazem campanha a favor do ensino de programação nas escolas, é inspirador o relato de Dionatan Gabriel, 16 anos, aluno da turma avançada de robótica do CMID, que teve contato com a programação na escola e, já no 1º ano do Ensino Médio, sabe qual será sua profissão. "Quero ser programador. No início das aulas, eu achava meio chato, mas depois fui me interessando", disse.



Tem dúvidas sobre tecnologia? Pergunte no Fórum do TechTudo!




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/fisl14-alunos-de-colegio-fazem-robos-com-sucata-eletronica.html

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Galeria de fotos mostra tudo o que rolou no Fisl14











Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/fotos/2013/07/galeria-de-fotos-mostra-tudo-o-que-rolou-no-fisl14.html

Fisl14: saiba como Novo Hamburgo, no RS, informatizou-se com sucesso










Em palestra no FISL14 (Fórum Internacional de Software Livre), Marcia Schuler, Tatiane Soares de Souza e Charles Leandro Höher apresentaram um case de sucesso sobre o processo de informatização do sistema da prefeitura de Novo Hamburgo, cidade localizada na região metropolitana de Porto Alegre/RS.



Segundo eles, a prefeitura implementou tal processo com o objetivo de fazer com que as informações pudessem circular de forma fácil e dinâmica, tornando-as, assim, acessíveis para quem realmente depende delas no exercício de suas funções.



Com base nos princípios de colaboração, cooperação e compartilhamento, o projeto envolveu três amplos pilares norteadores: assistência social, educação e saúde. A partir deles foram feitos levantamentos das necessidades de cada área e, posteriormente, o resultado obtido pôde se enquadrar em um planejamento global do município.



Charles Leandro Höher fala sobre os desafios da informatização (Foto: Reprodução/Fisl14)
Charles Leandro Höber fala dos desafios da inforamatização em um município. (Foto: Reprodução/Fisl14)


Educação



Através do projeto UCA (Um Computador por Aluno), parte dos alunos de Novo Hamburgo passou a dispor de um notebook para utilização,que pode ser usado tanto em aula quanto em casa. O sistema adotado foi um Ubuntu customizado, que, por possuir uma estrutura enxuta, atende muito bem a configuração básica das máquinas escolhidas.



O projeto também desenvolveu uma forma muito simples de atualização do sistema: as invés de enviar os notebooks para uma assistência técnica, os alunos mesmo fazem o procedimento através da inserção de um pen drive na máquina. A partir disso, a atualização é automática e leva em torno de 10 minutos.



Foi também levado em consideração o aspecto de segurança do notebook, já que havia risco de roubo. Para isso, foi desenvolvido um sistema Anti Furto que possibilita localizar a máquina por IP e capturar imagens de quem está com ela. Para além, com o sistema consegue-se ver as modificações feitas e, por último, se não for possível recuperar o note, fazer o bloqueio da BIOS.



A população em geral, que não ficou de fora desse planejamento, foi agraciada com Telecentros que lembram lan houses e que podem ser utilizadas por qualquer cidadão gratuitamente por até 30 minutos.



Saúde



Neste campo, inicialmente havia muita dificuldade em desenvolver a interação de todos os serviços, já que não são poucos: hospitais, farmácias, vigilância sanitária, postos de saúde, entre outros.



Um dos aspectos levantados com destaque de importância foi o que se refere a geo localização como forma de dinamizar o processo de informação. Através dele, uma pessoa que se cadastra com seu endereço em um posto de saúde tem suas coordenadas (a partir do Google Maps) registradas no sistema.



Dessa forma, qualquer consulta ou procedimento que a pessoa faça, e que se constate alguma doença epidemiológica, é instantaneamente informada as unidades de saúde, que são alertadas para tomarem as devidas precauções. O mais interessante é que o sistema faz automaticamente o mapeamento da área afetada conforme forem registrados novos casos.



Ao marcar uma consulta, o paciente irá receber um SMS com o dia, data, horário e endereço de seu agendamento, para evitar que se esqueça. Com isso, além de instaurar um relacionamento melhor com a pessoa, será possível também otimizar o número de vagas nos atendimentos.



Próximos Passos



Charles Leandro Höher, diretor de TI do munícipio, comenta que a cidade receberá, até o final do ano, uma média de 6000 novas máquinas. Além disso, os agentes municipais ganharão tablets, que serão úteis tanto para que eles registrem os atendimentos em tempo real, como também para que a equipe tenha controle sobre seus itinerários e assim, possa otimizar o tempo conforme sua evolução.



Quer saber mais sobre a Fisl 14? Participe do Fórum TechTudo!




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/fisl14-saiba-como-novo-hamburgo-no-rs-informatizou-se-com-sucesso.html

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Fisl14: entenda como a 'ética hacker' pode ser usada nas salas de aula










Associar o potencial de criação das crianças com um modelo de ensino que incentiva esta criatividade fez com que um grupo de pesquisadores de Passo Fundo, interior do Rio Grande do Sul, identificassem valores da ética hacker na ação de estudantes de uma escola municipal da cidade. A proposta de problematizar o ensino foi apresentada em Princípios da ética dos hackers e sua presença no ensino fundamental, coordenado por Marcelo Araldi, em uma das atividades que abriram a 14ª edição do Fórum Internacional de Software Livre (Fisl14) nesta quarta-feira (3).



Marcelo Araldi
Marcelo Araldi, coordenador da Mozilla Foundation (Foto: TechTudo/Douglas Freitas)



De que maneira os preceitos hackers podem problematizar a maneira com que as crianças são ensinadas hoje? Será que limitar horários, listar obrigações seja a melhor maneira de estimular o aprendizado dos estudantes? Será que não seria mais atraente primeiro surpreender e entusiasmar e, a partir desse interesse, explicar como aquilo é causado? Todas essas questões foram levantadas por Araldi, que também é coordenador da Mozilla Foundation, em seu trabalho "Princípios da ética dos hackers e sua presença no ensino fundamental".



Durante três tardes, em uma escola municipal de Passo Fundo, sete jovens da oitava série do ensino fundamental foram estimulados a brincar com o Hackasaurus, ferramenta da Mozilla para editar e criar sites de maneira muito simples. Tudo isso, em um ambiente regrado com valores da "ética hacker": liberdade, sem avaliação, com o estímulo do compartilhamento, sem a coordenação de um professor.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/07/fisl14-palestra-discute-etica-hacker-dentro-da-sala-de-aula.html

Disputa por melhores designers de jogos é tema de debate no Fisl14










Acessar a sua rede social favorita e cultivar uma plantação de milho online é algo simples, agradável e divertido. Mas preparar uma plataforma de jogos para receber 80 milhões de usuários ao mesmo tempo não é. Por isso, os profissionais bem qualificados com interesse na área conseguem emprego facilmente. Foi o que afirmou o designer de games Maurício Piacentini, da Tabuleiro Produções, em palestra no Fisl14 (Fórum Internacional Software Livre), que começou na manhã de hoje (3) e vai até o próximo dia 6, no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre.



Designer de games Maurício Piacentini, da Tabuleiro Produções, no Fisl14 (Foto: Gabriel Galli/TechTudo)
Designer de games Maurício Piacentini, da Tabuleiro Produções, no Fisl14 (Foto: Gabriel Galli/TechTudo)


 



Para o profissional que está começando na área, a primeira impressão pode ser a de que o mais correto é entrar em uma boa faculdade de Ciências da Computação. O que Piacentini observa, entretanto, é que os melhores muitas vezes vêm de outras áreas de conhecimento. “Temos muitas pessoas que chegam das Artes Plásticas, Comunicação e Ciências Humanas. São estudantes que já possuem uma bagagem de conhecimentos diversos e se interessam por programação, design e outras especificidades muito relevantes”, afirma.



O que pode fazer ainda mais diferença para quem se interessa e pretende viver de construir jogos é se familiarizar com as linguagens de programação e com a teoria básica de games. Maurício conta que existem muitas alternativas de linguagens para quem está começando, mas que aprender JavaScript é algo que pode colocar o concorrente em um patamar elevado. “Hoje se usa JavaScript para tudo na web. É uma ferramenta muito poderosa, leve e funciona em qualquer navegador”. Outra conhecimento muito valorizado é a programação em HTML 5, que tem substituído o Flash, da Adobe, com muita velocidade.



Marcada pelo forte uso de softwares proprietários, a área de desenvolvimento de games começa a receber cada vez mais soluções livres. Jogos como o World of Warcraft, por exemplo, utilizam softwares livres na programação dos personagens não jogáveis (aquele que o usuário interage, mas não pode manipular, como os vilões), já que a estrutura de programação das ferramentas proprietárias são muito complexas e caras. Neste caso, se usam as linguagens livres LUA e Python.



A criação de bancos de dados é o maior desafio, segundo Maurício. Isso acontece pois todos os jogos precisam trabalhar em uma estrutura de loop, ou seja, uma sequência de comandos responsável por “ler” as informações que o hardware envia para a memória central do computador, exibir o conteúdo na tela de acordo com o que o jogador pretendeu fazer e retornar ao primeiro estágio para esperar por novas instruções. O processo todo acontece de 30 a 60 vezes por segundo, o que é simples quando o jogo está hospedado em uma máquina comum, na casa do usuário. Porém quando se depende de máquinas externas ligadas por uma conexão com a Internet, o tempo de resposta dos bancos de dados podem ser um problema para que o jogo funcione bem. Uma hospedagem muito lenta pode causar travamentos na aplicação e tornar a experiência algo chato para o jogador. O problema dessa estrutura toda é que a elaboração de banco de dados é algo que leva muito tempo e é custoso financeiramente ao se usar softwares proprietários.



Para Maurício, o trabalho com jogos em redes sociais abre caminho também para que os  profissionais entendam uma estrutura que já começa a invadir outras áreas. “Usamos redes sociais que se parecem muito com jogos. Isso é algo muito natural, já que o ser humano tem uma facilidade de aprender com o lúdico. Existe uma tendência que áreas como a educação comecem a internalizar cada vez mais estes conceitos”, prevê.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/disputa-por-melhores-designers-de-jogos-e-tema-de-debate-no-fisl14.html

Máquina gigante de raios vira sensação no Fisl14










A 14ª edição do Fórum Internacional do Software Livre, Fisl14, trouxe uma atração um tanto curiosa: de um lado, uma grande gaiola com um homem dentro, do outro, uma máquina que transforma a voltagem da tomada em um raio de 700 mil volts. De repente, a máquina dispara um raio na gaiola. Após meio minuto recebendo descarga elétrica, o homem sai da jaula, intacto. O público em Porto Alegre aplaude.



Sem medo, visitante recebe choque da bobina de Tesla (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)
Sem medo, visitante recebe choque da bobina de Tesla (Foto: Giordano Tronco/Techtudo)


A engenhoca, chamada bobina de Tesla, é sensação no Fórum Internacional do Software Livre. De hora em hora, o público faz fila para entrar na gaiola, localizada no saguão principal do evento.



Quer saber mais sobre software livre? Acesse o Fórum do TechTudo!



A máquina foi construída por Grégory Gusberti, estudante de engenharia eletroeletrônica de apenas 18 anos. No 1º ano do Ensino Médio, descobriu na internet como fazer uma bobina de Tesla. Começou com uma de 30 centímetros, depois fez uma maior, depois outra, até montar a maior do Brasil, com 2,40 metros – a maior do mundo tem 7 metros. Todo o processo está registrado em seu canal do Youtube.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/maquina-gigante-de-raios-vira-sensacao-no-fisl14.html

Palestra da Fisl14 defende o uso do software livre na educação










Num mundo em que a informação é livre, ou se apresenta desta forma, nem sempre o conhecimento em algumas áreas é acessível a todos. O tópico foi pauta de uma das palestras da Fisl 14 (Feira Internacional de Software Livre), que acontece nesta semana, entre os dias 3 e 6 de julho. A servidora do Serpro-RS, Fátima Conti, tratou do assunto com uma plateia bastante interessada nesta quarta-feira.



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Palestra da Fisl 14 sobre liberdade na Internet, software livre e educação, ministrada pela servidora do Serpro-RS Fátima Conti (Foto: Teresa Furtado/TechTudo)


De acordo com Fátima, dentro da área de softwares, a questão do conhecimento e da liberdade são claramente ilustradas pelas limitações impostas pelos detentores de direitos de um programa a usuários que adquirem sua licença. Softwares que bloqueiam a leitura ao receberem uma atualização, forçando o usuário a comprar uma nova licença, são exemplos dessa postura.



Por isso, o software livre é um caminho saudável para democratizar o acesso à tecnologia. Nele há possibilidade inclusive de acessar seu código fonte para fazer alterações conforme sua necessidade e há uma comunidade imensa trabalhando para realizar melhorias diversas, garantindo que suas atualizações estejam acessíveis a todos.



Fátima ainda abordou temas como a importância de uma educação de qualidade, que, com devido destaque para tecnologia, pode fazer com que a sociedade evolua, pois só assim há perspectiva de inovação necessária para isso.



 




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/palestra-da-fisl-14-defende-importancia-do-software-livre-para-educacao.html

Fisl14: Palestra discute a 'ética hacker' dentro da sala de aula










Associar o potencial de criação das crianças com um modelo de ensino que incentiva esta criatividade fez com que um grupo de pesquisadores de Passo Fundo, interior do Rio Grande do Sul, identificassem valores da ética hacker na ação de estudantes de uma escola municipal da cidade. A proposta de problematizar o ensino foi apresentada em Princípios da ética dos hackers e sua presença no ensino fundamental, coordenado por Marcelo Araldi, em uma das atividades que abriram a 14ª edição do Fórum Internacional de Software Livre (Fisl14) nesta quarta-feira (3).



Marcelo Araldi
Marcelo Araldi, coordenador da Mozilla Foundation (Foto: TechTudo/Douglas Freitas)



De que maneira os preceitos hackers podem problematizar a maneira com que as crianças são ensinadas hoje? Será que limitar horários, listar obrigações seja a melhor maneira de estimular o aprendizado dos estudantes? Será que não seria mais atraente primeiro surpreender e entusiasmar e, a partir desse interesse, explicar como aquilo é causado? Todas essas questões foram levantadas por Araldi, que também é coordenador da Mozilla Foundation, em seu trabalho "Princípios da ética dos hackers e sua presença no ensino fundamental".



Durante três tardes, em uma escola municipal de Passo Fundo, sete jovens da oitava série do ensino fundamental foram estimulados a brincar com o Hackasaurus, ferramenta da Mozilla para editar e criar sites de maneira muito simples. Tudo isso, em um ambiente regrado com valores da "ética hacker": liberdade, sem avaliação, com o estímulo do compartilhamento, sem a coordenação de um professor.




Até o próximo Melhor do Planeta

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sábado, 29 de junho de 2013

Fisl14 traz a Porto Alegre grandes nomes da Tecnologia mundial










O Fórum Internacional do Software Livre (FISL) confirmou a presença de nomes importantes no evento, que é o maior em toda a América Latina na área de Tecnologia da Informação. A 14ª edição está marcada para acontecer entre os dias 3 e 6 de julho no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. As inscrições só podem ser realizadas no evento, e custam entre R$ 140 e 280.



14a edição do FISL está programada para o início de julho em Porto Alegre (foto: Divulgação)
14ª edição do FISL está programada para o início de julho em Porto Alegre (foto: Divulgação/FISL)


O ativista e fundador do movimento Software Livre, Richard Stallman, é um dos que confirmaram presença. Ele é programador, hacker e ativista político na área. E também é autor do GNU GPL, uma das licenças livres mais usadas no mundo.



Outro ativista conhecido que estará no evento é Jon “Maddog” Hall, o diretor executivo da Linux Internacional, uma associação de grandes empresas de relevância na área de Tecnologia da Informação que promovem sistemas operacionais baseados em Linux.



FISL irá reunir grandes nomes da Tecnologia da Informação (Foto: Reprodução/FISL)
FISL irá reunir grandes nomes da Tecnologia da Informação (Foto: Reprodução/FISL)


A 14ª edição do FISL já confirmou mais de 600 horas de programação, e conta com 700 palestrantes e aproximadamente 50 oficinas, atividades culturais, sociais, de entretenimento e lazer. Mais de 4 mil pessoas já se inscreveram e a estimativa da organização é que este número alcance 7 mil.



Quer saber mais sobre o Linux? Acesse o Fórum do TechTudo!



Em 2013, as atividades serão distribuídas em dez trilhas principais: Academia Livre, Administração, Desenvolvimento, Educação, Encontros Comunitários, Hardware Livre, Jogos e Multimídia, Negócios e Tópicos Emergentes, além da apresentação de pesquisas acadêmicas no WSL, o Workshop Software Livre, que reunirá pesquisadores de diversos países.



O evento também criou a Triha Aaron Swartz, com discussões e atividades em homenagem ao hacker e ativista. Os temas incluem cultura, internet livre, compartilhamento, copyleft, creative commons, transparência e hacktivismo. Swartz se transformou em um símbolo do movimento após cometer suicídio no início de 2013 por ser processado por pirataria pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).



Veja também outros participantes do evento:



Mitch Altman (Estados Unidos) – Hacker e inventor, foi um dos pioneiros no trabalho com Realidade Virtual. Inventou o TV-B-Gone, um controle remoto universal compatível com a maior parte dos modelos de televisores existentes e é presidente da Cornfield Electronics.



Valerie Aurora (Estados Unidos) – É escritora, programadora, ativista feminista e cofundadora da Ada Initiative, uma organização não-governamental que promove a inserção das mulheres na tecnologia e cultura aberta.



Tobias Andersson (Suécia) – Um dos fundadores do The Pirate Bay, o maior site de compartilhamento do mundo. É fundador de uma associação sueca criada para apoiar o livre compartilhamento de cultura e informação e questionar o conceito de propriedade intelectual. Atualmente está finalizando um livro sobre os seus dez anos no The Pirate Bay.



Luciana Fujii (Brasil) – Cientista da Computação, trabalha com consultoria e desenvolvimento de Software Livre para uma empresa do Reino Unido. É contribuidora do Cheese, software de Webcam do projeto GNOME, e de projetos multimídia envolvendo o framework Gstreamer.



Alexis Rossi (Estados Unidos) – Diretora de Coleções do Internet Archive, o mais conhecido arquivo web do mundo. Rossi também trabalhou no ClariNet (o primeiro agregador de notícias online) e foi diretora editorial do Alexa, principal medidor de audiência da internet.



Italo Vignoli (Itália) – É um dos fundadores e membro do quadro de diretores da The Document Foundation, responsável pelo marketing e comunicação. Ele também é palestrante internacional da iniciativa. É membro da ASSOLI, uma associação italiana de software livre.



Laura Marotias (Argentina) – É socióloga, dedicada a educação virtual, ativista do Software e Cultura Livre, membro da SoLAr – Software Libre Argentina.



Sérgio Amadeu da Silveira (Brasil) – É sociólogo, defensor e divulgador do Software Livre e da Inclusão Digital no Brasil, foi um dos grandes implementadores dos Telecentros na América Latina e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, é professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC), onde é um dos condutores do grupo de pesquisa Cultura Digital e Redes de Compartilhamento.



Sérgio Amadeu (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Sérgio Amadeu (Foto: Allan Melo/TechTudo)


Marcos Mazoni (Brasil) – Diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) e entusiasta do Software Livre. Graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação.



Marcelo Branco (Brasil) – Ex-coordenador da Associação Software Livre.org, foi um dos idealizadores do projeto Conexões Globais 2.0. Também foi coordenador da estratégia de redes sociais de Dilma Rousseff, três vezes diretor geral da Campus Party Brasil, tendo trabalhado para o governo da Generalitat de Catalunya, na Espanha, como assessor responsável pela Estratégia de Software Livre no governo. É articulador e um dos fundadores do Projeto Software Livre Brasil.



Marcelo Branco (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Marcelo Branco (Foto: Allan Melo/TechTudo)


Humberto Borba (Brasil) – Hacker, modder e desenvolvedor de sistemas. É mantenedor de dispositivos e colaborador ativo do time de desenvolvimento Android CyanogenMod. Cursa mestrado em Arquitetura da Informação e é pesquisador do Centro de Pesquisa em Arquitetura da Informação (CPAI), Universidade de Brasília (UnB).



Cícero Moraes (Brasil) – Vencedor do Prêmio TVCA de Propaganda e Vídeo de 2006, esteve entre os finalista do concurso Cannes Young Lions, promovido pelo YouTube em 2009. Palestrou em diversos eventos de informática, como a Latinoware (2009, 10, 11 e 2012), BlenderPRO (MG, CE, BH e DF), SolivreX (PR), Filsol (GO e MT), XXI Semac (SP) e a VI Atualtec (RR).



Pedro Rezende (Brasil) – Professor da Universidade de Brasília (UNB) e mestre em matemática. Pesquisa criptografia, segurança computacional e o custo social dos modelos de negocios de informática.



Lucas Rocha (Brasil) – Trabalha na Mozilla, onde atua no desenvolvimento do Firefox para Android. Contribuidor do GNOME, onde já foi diretor da GNOME Foundation, membro do release team, e mantenedor. Foi um dos principais desenvolvedores da interface gráfica do projeto Maemo na Nokia.



Alessandro de Oliveira Faria / Cabelo (Brasil) – Sócio-fundador da empresa NETi TECNOLOGIA, especializada no desenvolvimento de soluções com Reconhecimento Facial, Consultor Biométrico e Experiência em Realidade Aumentada.



Michelle Torres (México) – Licenciada em Informática com mestrado em Tecnologias da Informação. Professora e desenvolvedora, trabalha com desenvolvimento para web de alta disponibilidade.



Lincoln de Souza (Estados Unidos / Brasil) – Engenheiro de software na yipit.com, trabalha em ferramentas para tornar a vida de outros desenvolvedores mais fácil e no Python Object System. Contribuiu para o Gnome, como o painel de controle, Glib, Gthumb e outras bibliotecas Python.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/06/fisl14-traz-porto-alegre-grandes-nomes-da-tecnologia-mundial.html