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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pés de metal permitem transformar qualquer coisa em bancos ou mesas










REDYELLOW[1]
Imagine pode transformar qualquer superfície semelhante a uma tábua em uma mesa ou banco de uma forma extremamente simples! Como? Apenas acoplando os pés.
Essa é a proposta do “The Floy Leg”, que nada mais são que pernas de aço que se prendem à madeira – ou prancha de qualquer outro material – por meio de um sistema semelhante a uma morsa.
E quando você se cansar do móvel criado com o “The Floy Leg” – ou precisar de uma mesa maior, por exemplo -, basta desacoplar os pés e fixá-los em outra plataforma. Que ideia genial.
Veja abaixo um vídeo e algumas imagens que mostram como o produto funciona. O site oficial do projeto segue no final da publicação.

Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (1)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (2)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (3)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (4)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (5)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (6)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (7)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (8)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (9)
Pés para mesas e bancos - Somente Coisas Legais (10)
Para saber mais, acesse.


Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://somentecoisaslegais.com.br/decoracao/moveis/pes-de-metal-permitem-transformar-qualquer-coisa-em-bancos-ou-mesas

terça-feira, 9 de julho de 2013

Metal Gear Solid: The Legacy Collection traz oito jogos da série; leia a prévia










Metal Gear Solid: The Legacy Collection é uma coletânea dos jogos da aclamada série da Konami. A coleção será lançada no dia 9 de julho exclusivamente para o PS3 em comemoração dos 25 anos de MGS. O pacote reúne nada menos do que oito jogos, todos com seus respectivos extras.



Metal Gear Solid tem coleção que comemora 25 anos da série (Foto: Divulgação)
Metal Gear Solid tem coleção que comemora 25 anos da série (Foto: Divulgação)


Conteúdo lendário



A coleção lançada pela Konami agrega Metal Gear Solid, Metal Gear Solid 2 HD, Metal Gear Solid 3 HD, Metal Gear Solid 4 Trophy Edition, Metal Gear Solid VR Missions, Peace Walker e também os dois primeiros Metal Gear, lançados originalmente para o videogame MSX, que estão inclusos no terceiro capítulo da saga.



Alguns jogos acompanham extras, como a edição com troféus de MGS 4, algo que não foi disponibilizado no lançamento original do jogo. Além dos games, um extra considerável da compilação é um livro de artes com 100 páginas, que cobre os 25 anos de história da saga.



Metal Gear Solid 4 (Foto: Divulgação)
Metal Gear Solid 4 (Foto: Divulgação)


O que esperar:

- Coleção quase completa da série

- Ótimo material para os fãs de MGS

- Apresentar a franquia a novos jogadores



O que pode surpreender:

- Jogar todos os jogos, na sequência, pode dar um novo significado à experiência de Metal Gear



Metal Gear Solid original (Foto: Divulgação)
Metal Gear Solid original (Foto: Divulgação)


O que pode decepcionar:

- Ficaram de fora os capítulos de PSP Portable Ops e Acid

- Primeiro Metal Gear Solid não está em HD



Ficha técnica

Nome: Metal Gear Solid: The Legacy Collection

Gênero: Ação

Distribuidora: Konami

Plataformas: PlayStation 3

Data de lançamento: 9 de julho de 2013







Metal Gear Solid 3 é o melhor jogo do PS2? Dê sua opinião no fórum TechTudo!




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/07/metal-gear-solid-legacy-collection-traz-oito-jogos-da-serie-leia-previa.html

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Metal Gear Solid retorna em coleção para PS3 nos lançamentos da semana










Os lançamentos da semana de games continuam em ritmo lento, mas há um bom destaque para os fãs de Solid Snake. O PlayStation 3 recebe nesta semana a coleção Metal Gear Solid: The Legacy Collection com muito conteúdo, para nenhum fã botar defeito. Os outros destaques que chegam por aí são Guncraft e a versão Wii U de Star Wars Pinball. Confira todos os lançamentos, abaixo:



Metal Gear Solid: The Legacy Collection



Solid Snake retorna em sua saga completa, com direito aos capítulos que envolvem seu “pai”, Naked Snake. A série Metal Gear Solid ganha uma compilação mais do que completa no PlayStation 3, com todos os games já lançados para consoles, contendo o material original, sem extras.



Todas as versões de Snake na coleção Metal Gear (Foto: Divulgação)
Todas as versões de Snake na coleção Metal Gear (Foto: Divulgação)


Mesmo que não tenha extras, a compilação vale para os fãs que ainda não conhecem a obra de Hideo Kojima. Até por conta do preço, já que a compilação terá o valor de um jogo normal, quando na verdade ela acompanha mais de quatro títulos relevantes.



Guncraft



Guncraft é um jogo de tiro em primeira pessoa que usa o mesmo estilo gráfico de Minecraft, hit absoluto de jogos de PC. O diferencial de Guncraft é ser mais voltado para a ação, com partidas que não deixam em nada a dever para jogos como Call of Duty e Battlefield.



Guncraft (Foto: Divulgação)
Guncraft (Foto: Divulgação)


Outro bom aspecto de Guncraft é a possibilidade do jogador construir suas próprias armas, “desenhando” bloco a bloco o visual delas, mas sem alterar o poder de fogo, a não ser que itens especiais sejam usados.



Star Wars Pinball (versão Wii U)



Star Wars Pinball é criação do estúdio Zen, que nos trouxe Zen Pinball e Marvel Pinball. Experts no assunto, eles lançaram nesta semana a versão para Wii U, com mesas inspiradas pela famosa série de cinema de George Lucas.



Star Wars Pinball (Foto: Divulgação)
Star Wars Pinball (Foto: Divulgação)


O jogo funciona como um pinball padrão, com bastante realismo na física da bola e da mesa em geral, mas as mesas são personalizadas de acordo com os filmes e desenhos da saga, como a animação Star Wars: Clone Wars. Filmes como o Episódio IV e Episódio I também estão presentes no pacote.



Você sabe como funcionam os jogos baixados pela PSN? Leia no Fórum TechTudo.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/07/metal-gear-solid-retorna-em-colecao-para-ps3-nos-lancamentos-da-semana.html

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Entrevista com MegaDriver, banda brasileira de metal gamer










Em mais uma matéria para nossa coluna Geração Gamer, entrevistamos os integrantes da banda de rock pesado MegaDriver, grupo que surgiu em Piracicaba, no interior de São Paulo. Os metaleiros falaram sobre a cena de músicos de games no Brasil, a origem da banda e os planos para o futuro.



Nino, o criador do MegaDriver, com o guitarrista Brunão, no primeiro show em São Paulo de 2013 (Foto: Divulgação)
Nino, o criador do MegaDriver, com o guitarrista Brunão, no primeiro show de 2013 (Foto: Divulgação)


O MegaDriver existe há quase 10 anos. O grupo surgiu em 2003, da mente inquieta de Antonio Tornisiello, que hoje tem 35 anos. No começo, a ideia não era formar uma banda, mas apenas fazer música solo, como um artista autônomo. “Eu tinha feito um desenho de uma guitarra baseada no meu antigo Mega Drive de brincadeira, pra ilustrar mesmo. Não tinha pensado seriamente em fazer uma guitarra assim”, disse Antonio, conhecido pelos apelidos “Nino” ou “MegaDriver”.



O começo do projeto está ligado diretamente com a criação da guitarra de Nino, que era estudante de multimídia computacional. “Usei um instrumento podre e barato. Com a guitarra de um lado, peguei meu primeiro modelo de Mega Drive, tirei a placa de circuito e desmontei o aparelho. Com ele aberto, fui encaixando peças da guitarra até tudo funcionar. A guitarra pegou de cara, com o botão de ligar e desligar do próprio Mega Drive, assim como os botões de volume”, explicou o músico, sobre o processo de criação de seu “mascote da banda”. “Hoje em dia eu nem utilizo muito essa guitarra. Ela é usada apenas em algumas músicas, como um símbolo”, disse ele.



A guitarra construída com a carcaça de um console Mega Drive (Foto: Divulgação)
A guitarra construída com a carcaça de um console Mega Drive (Foto: Divulgação)


Nino não é apenas músico, mas também entende de programação. Muitas de suas criações são extraídas de áudios retirados de jogos de videogame e alterados por ele. Para conseguir essas sonoridades ele crackeia os games.  “Eu cheguei a fazer o curso de eletrônica quando estava na sétima série, aos 12 anos de idade. Meus videogames eu mesmo destravo. Sou um nerd, nerd de verdade. Eu não tenho roupa tipo Bazinga, dessa galera que curte Big Bang Theory. Se você é nerd, você hackeia para conseguir o que precisa”, disse o primeiro MegaDriver.



Quando o MegaDriver virou uma banda



Depois de criar a banda, Nino criou uma página na internet para divulgar músicas que ele tocava baseada em trilhas-sonoras de games. “Eu botei a página no ar, com caricaturas de membros fakes, inventados, de uma banda de mentira chamada MegaDriver. De dezembro de 2003 até janeiro de 2004, eu estava na maioria veículos principais da imprensa na internet. A aceitação foi absurda e eu comecei a fazer workshops. Tocava as músicas com playback em eventos, sozinho”, disse.



Sonic, uma grande inspiração para o MegaDriver (Foto: Divulgação)
Sonic, uma grande inspiração para o MegaDriver (Foto: Divulgação)


Em 2006, Nino decidiu deixar a banda fake e os workshops para transformar o projeto MegaDriver em um grupo de fato. Os integrantes que entraram era o curso superior de multimídia computacional, na Universidade Metodista de Piracicaba. “Eu recebi convite para entrar no MegaDriver pessoalmente do Nino. A gente tinha amigos em comum na faculdade, mas nunca tinha se cruzado, disse Jefferson Alexandre Firmino, 37 anos, o baterista da banda.



“O Nino jogou a ideia de ter uma banda completa. Ele chamou o Jeff, o Ricardo, o Daniel e todo mundo já conhecia os instrumentos e eram fãs na faculdade. Além de fazer música, a gente desenvolveu jogos, porque estávamos em uma universidade de nerds, com matérias como cálculo. Chegamos a fazer games com nós mesmos como personagens, enquanto o Nino compunha a trilha”, explicou Rubens Benjamin Stulzer Junior, 27 anos, conhecido como “Rubão”. O músico tem um baixo viking em homenagem ao jogo Golden Axe, da Sega.



Rubão utiliza um baixo baseado no game Golden Axe (Foto: Divulgação)
Rubão utiliza um baixo baseado no game Golden Axe (Foto: Divulgação)


Bruno Galle, de 27 anos, e Allan Big Thunder, 35, completam a banda. “Entrei com uma proposta de inovar. Eles queriam incluir músicas com voz. Eu sempre quis compor e acabei entrando no MegaDriver, mas o compositor principal ainda é o Nino”, explica Allan.



A segunda guitarra



O baixo Golden Axe de Rubão e a guitarra de Mega Drive de Nino não são os únicos instrumentos customizados da banda. O criador do grupo montou uma segunda guitarra que se tornou um dos principais símbolos do MegaDriver.



A guitarra do Sonic se tornou marca registrada do MegaDriver (Foto: Divulgação)
A guitarra do Sonic se tornou marca registrada do MegaDriver (Foto: Divulgação)


“A guitarra com a carcaça de Mega Drive era realmente muito ruim, foi apenas uma brincadeira feita em um domingo. Com os shows, tive uma oportunidade de refazer o instrumento, mas resolvi fazer diferente. Usei o braço de uma Jackson, com ponte Floyd Rose e vários componentes. Com meu conhecimento de eletrônica, nasceu a guitarra com corpo formado pelo rosto do Sonic, que é o instrumento que eu mais utilizo”, explicou Nino. De acordo com o músico, a guitarra gamer foi pensada para soar bem com as músicas de jogos, com um som metálico forte e bem eletrificado.



Há um cenário de música de games no Brasil?



“Existe, sim, uma cena de música de games no Brasil. Há bandas suficientes e em vários locais diferentes, como a Abreu Project, de Minas Gerais, e a Smash Bros., que faz um som parecido com o nosso. No Anime Friends eu já cheguei a ter duas mil pessoas gritando pela minha banda e alguns viram pra gente e dizem que não existe cena de música de games. Como assim, cara?”, questiona Nino. O músico chegou a participar da segunda edição do Game Music Brasil, um concurso para que artistas criassem uma trilha sonora para o jogo Toren, primeiro jogo brasileiro a receber incentivo da Lei Rounet neste ano.



Toren, um jogo totalmente brasileiro (Foto: Divulgação)
Toren, um jogo totalmente brasileiro (Foto: Divulgação)


“Participaram 150 pessoas. Eu tive que ouvir todas as músicas e, junto com outros jurados, dar uma avaliação técnica do som dentro do jogo, se todos os elementos dela estavam coerentes com o game. Enquanto avaliava as músicas eu fiquei feliz com a diversidade de candidatos”, disse Nino. Para o guitarrista criador do MegaDriver, o que falta para as músicas de games terem sucesso no Brasil é respeito com o artista. “As bandas devem cobrar para tocar no Brasil. Se você não dá valor, ninguém vai dar valor a você”, completou.



O futuro do MegaDriver e dos games



Entre 2008 e 2012, o MegaDriver passou a dividir os palcos na Video Games Live, show de música internacional que vem ao Brasil, com o músico americano Tommy Tallarico, primo de Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, e compositor de games. Tallarico chegou a tocar, inclusive, com Nino durante a Campus Party 2010, na área gratuita do maior evento de tecnologia de São Paulo.



O guitarrista Brunão e o cantor Allan Big Thunder (Foto: Divulgação) (Foto: O guitarrista Brunão e o cantor Allan Big Thunder (Foto: Divulgação))
O guitarrista Brunão e o cantor Allan Big Thunder (Foto: Divulgação)


“A gente viajou boa parte do Brasil, em cidades como Vitória, Belo Horizonte, Canoas, Porto Alegre, Brasília, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro. O objetivo agora é tocar fora do Brasil. Tem E3 e a gente quer mostrar nossa música lá”, disse Allan Big Thunder, o novo cantor da banda. O intuito do projeto MegaDriver, além de fazer seu próprio som, é tornar música de videogame um estilo consistente dentro e fora do país.



“Tocamos para um público muito específico. Embora seja heavy metal, nós não nos apresentamos normalmente em eventos de rock pesado. A música tem que estar ligada com videogame e isso é mais comum em eventos de animes e em festivais próprios para a cena musical do gênero”, diz Nino. Com quase 10 anos nas costas, o Mega ainda pode trilhar o caminho de produtores indies, sem grandes nomes de apoio, e fazer sucesso nos Estados Unidos, país que já conta com bandas de games famosas, como The Megas e Powerglove.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/05/entrevista-com-megadriver-banda-brasileira-de-metal-gamer.html

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Metal Gear Solid 5 terá dublagem de 'Jack Bauer de 24 Horas










Metal Gear Solid 5 foi revelado pelo seu produtor Hideo Kojima, mas o primeiro trailer do game apresentou uma surpresa adicional: a participação do ator Kiefer Sutherland, o Jack Por Felipe Vinha Bauer de “24 Horas”, na dublagem da aventura. Alguns fãs notaram a voz de Sutherland no vídeo, mas seu personagem ainda não foi esclarecido.



Metal Gear Solid 5 tem a voz de Kiefer Sutherland (Foto: Divulgação)
Metal Gear Solid 5 tem a voz de Kiefer Sutherland (Foto: Divulgação)


Os fãs estão divididos sobre a dublagem do astro. Alguns levantam a hipótese de que ele faça a nova voz de Naked Snake, o Big Boss, que aparece no vídeo, enquanto outros apontam que Kiefer Sutherland seja a voz de Kazuira Miller, ou Master Miller, que também apareceu em Metal Gear Solid: Peace Walker.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/04/metal-gear-solid-5-tera-dublagem-de-jack-bauer-de-24-horas.html

quarta-feira, 27 de março de 2013

Metal Gear Solid 5: The Phantom Pain é confirmado para PS3 e Xbox 360










Metal Gear Solid 5: The Phantom Pain foi anunciado oficialmente nesta quarta-feira (27). A revelação foi feita por Hideo Kojima, produtor da série, em um painel na GDC 2013 (Game Developers Conference). Esta não é a primeira vez que ouvimos falar do jogo, que foi apresentado em dezembro, mas ainda era independente de Metal Gear Solid.



The Phantom Pain é o mais novo jogo da série Metal Gear Solid (Foto: Divulgação)
The Phantom Pain é o mais novo jogo da série Metal Gear Solid (Foto: Divulgação)


Em uma reviravolta, Kojima explicou no seu painel que The Phantom Pain e Ground Zeroes - anunciado em setembro de 2012 - são, na verdade, o mesmo jogo: Metal Gear Solid 5. Os rumores estavam corretos e as imagens que vimos de um homem acordando em um hospital, no final do ano passado, são realmente de Snake.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/03/metal-gear-solid-5-phantom-pain-e-confirmado-para-ps3-e-xbox-360.html

quarta-feira, 20 de março de 2013

Contra desmatamento, China quer trocar hashis de madeira por talheres de metal





Boa Tarde!






Cada vez mais popular em várias partes do mundo, o tradicional consumo de comida oriental com hashis de madeira pode estar com os dias contados – pelo menos na China. Em evento nacional, que contou com a presença de diversos líderes chineses, Bai Guangxin, presidente do Grupo de Indústria Florestal da província de Jilin, fez uma declaração chocante: por ano, o país produz 80 bilhões de pares de hashi de madeira, que são descartáveis.


Além de gerar muito lixo, a fabricação impacta as florestas da China: uma árvore com cerca de duas décadas de existência rende, apenas, quatro mil pauzinhos, o que implica na derrubada anual de cerca de 20 milhões de árvores adultas para sustentar o hábito cultural.


A solução proposta por Guangxin? Acabar com a tradição! Ele defende que os chineses parem de utilizar hashis de madeira e optem pelos de plástico, reutilizáveis, ou se rendam de uma vez por todas aos talheres de metal. A segunda opção, mais chocante, seria a melhor, na opinião do ambientalista. Segundo ele, a vida útil dos pauzinhos de plástico é menor do que a dos talheres de metal, além da reciclagem do material ainda deixar muito a desejar.


A luta contra os hashis de madeira não é de hoje. Em 2006, o governo chinês instituiu imposto de 5% sobre a fabricação do produto na tentativa de impactar a indústria. Em 2010, foi a vez do Greenpeace tentar conscientizar a população: a entidade utilizou 80 mil pares de pauzinhos para montar árvores, que ficaram em exposição na área externa de um movimentado shopping de Beijing. A ideia era mostrar aos cidadãos que os objetos não “nascem em árvores”, mas sim derivam delas e, portanto, deveriam ser consumidos com mais consciência. As iniciativas, no entanto, foram em vão e o uso do produto só cresceu no país.



Há quatro anos, o presidente chinês Hu Jintao anunciou que o país pretendia aumentar sua cobertura florestal em 40 milhões de hectares até 2020. Segundo Guangxin, a promessa só terá chance de ser cumprida se a população abrir mão dos hashis de madeira – e, consequentemente, de uma tradição milenar.


Será que as florestas estão com esse prestígio todo?


Fotos: brainflakes./Creative Commons e Greenpeace/Divulgação


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Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/contra-desmatamento-china-quer-trocar-hashis-de-madeira-por-talheres-de-metal/