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sábado, 8 de junho de 2013

8 escritores e seus pseudônimos (que você provavelmente ainda não conhecia)









Você já ouviu por aí que é melhor não julgar um livro pela capa. Para não correr nenhum risco, seria boa ideia também não julgá-lo apenas pelo nome do autor. No Dicionário Literário Brasileiro, de Raimundo de Menezes, há registro de quase dois mil pseudônimos de escritores brasileiros. Agora faça a conta para autores de todo o mundo. Pois é, colega, há muito mais entre nome e sobrenome do que sonha nossa vã filosofia. Seja para escapar da censura, se aventurar por gêneros inesperados ou explorar suas várias facetas literárias, muitos escritores já adotaram nomes falsos. Para não deixar nenhum mal entendido, a SUPER listou 8 escritores e seus pseudônimos (que você provavelmente ainda não conhecia):


 


1. “Suzana Flag” e “Myrna”



“Eu posso começar esta história dizendo que me chamo Suzana Flag. E acrescentando: sou filha de canadense e francesa; os homens me acham bonita e se viram, na rua, fatalmente, quando passo”. Assim se apresentava a autora de livros que circularam em formato de folhetins nos jornais brasileiros entre os anos de 1944 e 1948. A persona e história sensuais – com direito a mocinhas virgens, vilões valentões e bons moços envolvidos em amores impossíveis – fizeram tanto sucesso que até um pedido de casamento, enviado pelo correio, Suzana recebeu. Pena que se tratava também de um romance impossível: como num bom enredo de folhetim, Suzana era ele, Nelson Rodrigues.


O dramaturgo, jornalista e escritor pernambucano criou a persona feminina para se aventurar pelo gênero melodramático sem medo – e para se divertir com a situação, claro. O Anjo Pornográfico teve ainda outro pseudônimo feminino: em 1949 nasceu Myrna, a “Alma Irmã” que tinha uma coluna de (desa)conselhos amorosos em que respondia perguntas de leitoras desiludidas. Os 43 textos publicados na coluna Myrna Escreve foram reunidos em 2002 no livro Não se pode amar e ser feliz ao mesmo tempo (Companhia das Letras). Fica a dica.


 


2. “Mary Westmacott”



Você a conhece como a Rainha do Crime – um apelido certamente bem justificado. Com mais de 80 obras publicadas, Agatha Christie é a mais prolífica escritora de romances policiais da literatura. Mas a britânica, que também é autora de doze peças de teatro, quis se aventurar por universos diferentes daqueles habitados por Hercule Poirot e Miss Marple. Deixando o mistério no cantinho de tempos em tempos, Agatha assinou seis romances de época com o pseudônimo de Mary Westmacott, o primeiro publicado em 1930 e o sexto em 1956. Introvertida e tímida, Agatha buscou no novo gênero uma possibilidade de se expressar melhor através de palavras.


 


3. “Currer, Ellis e Acton Bell”



Na capa de Poemas, livro de 1846, lê-se o nome de Currer, Ellis e Acton Bell. Mas não estranhe o fato de não conhecer outros títulos da obra dos irmãos Bell. Para serem levadas a sério em uma sociedade amplamente machista, Charlotte, Ellis e Anne Brontë decidiram adotar pseudônimos masculinos para lançarem a coleção de versos. A mudança de gênero não gerou tanto interesse, no entanto, e as irmãs foram muito melhor sucedidas em suas obras seguintes, lançadas com seus nomes reais. Jane Eyre, O Morro dos Ventos Uivantes e Agnes Grey - assinados por Charlotte, Emily e Anne, respectivamente – não só foram bem recebidos, como também ganharam status de clássicos.


 


4. “Richard Bachman”




Retrato de Richard Bachman (na verdade, do agente de seguros Kirky McCauley, que emprestou seu rosto para dar credibilidade ao pseudônimo)


Cemitérios malditos, homens agigantados com dons especiais, adolescentes ensanguentadas – Stephen King sabe botar o terror. O escritor estadunidense já comemorava o sucesso de Carrie, a estranha (1974) e O Iluminado (1977) quando resolveu fazer um teste inusitado. Para poder publicar mais de um livro por ano sem saturar seu nome no mercado (porque King é desses que escrevem, de boa, mais de uma obra em doze meses) e descobrir se, afinal, estava vendendo bem por talento ou por sorte, convenceu sua editora a publicar livros seus sob um pseudônimo. Nascia então Richard Bachman. Seu alter-ego, casado com “Claudia Inez Bachman” lançou cinco livros antes de sua real identidade ser descoberta: Fúria (1977), A longa marcha (1979), A auto-estrada (1981), O concorrente (1982) e A Maldição do Cigano (1984). Depois da “morte” de Richard, King ainda publicou dois “manuscritos inéditos” de sua outra persona: Os justiceiros (1996) e Blaze (2007).


 


5. Daniel Handler



Ao contrário dos demais escritores desta lista, é muito provável que você conheça melhor o personagem do que o autor de carne e osso. Isso porque, mesmo que você nunca tenha esbarrado em um dos livros assinados por Daniel Handler, com certeza já ouviu falar nas obras lançadas por seu pseudônimo. Foi com o nome de Lemony Snicket que Daniel lançou dos treze livros de Desventuras em Série, coleção levada para os cinemas em 2004. Mas além da história dos órfãos Violet, Klaus e Sunny, Daniel também assinou obras bem recebidas pela crítica com seu nome real: The Basic Eight (1998), Watch your mouth (2000), Adverbs (2006) e Por isso a gente acabou (2011), história sobre o fim de um relacionamento entre dois jovens que será levada para os cinemas em 2014.


 


6. “Boas Noites”, “João das Regras”, “Dr. Semana” (+)



Críticas à sociedade não faltavam nas obras de Machado de Assis. Mas, quando o carioca queria falar de temas mais espinhosos (como críticas diretas aos fazendeiros favoráveis à abolição), recorria a pseudônimos tão criativos quanto a sua prosa. Foi só em 1950 que se descobriu que o autor havia assinado crônicas com o nome de “Boas Noites”. “Victor de Paula”, “João das Regras” e “Dr. Semana” foram outros nomes adotados pelo autor, que chegou até mesmo a assinar como “Platão”.


 


7. “Victor Leal”



O Esqueleto, A Mortalha de Alzira e O Monte de Socorro emocionaram os leitores da Gazeta de Notícia quando foram publicados no final do século XIX, entre 1890 e 1893. Victor Leal, autor que assinava os textos, era um ultra-romântico magro, com nariz pontudo e chapéu de abas largas (sua caricatura denunciava). Mas desconfie de quem jurar ter avistado o escritor bebendo um café em uma das ruas do Rio de Janeiro – Victor Leal nunca existiu. O nome era um pseudônimo não de um, mas de quatro escritores: o poeta Olavo Bilac, o romancista Aluísio Azevedo, o dramaturgo Coelho Neto e o jornalista Pardal Mallet, que, com o nome falso, podiam assinar literatura barata sem ferir a reputação nas letras.


 


8. “Álvaro de Campos”, “Ricardo Reis”, “Alberto Caeiro” (+)




Pessoa são vários (via)


Se alguns escritores flertaram com outra persona, Fernando Pessoa dá um passo além. O poeta e escritor português não tinha apenas um, mas dezenas de heterônimos - mais que apenas um nome, um heterônimo é uma personalidade poética, com biografia e características singulares. E sim, vamos repetir: ele tinha dezenas deles. #zeroualiteratura Entre seus heterônimos mais conhecidos e com mais volumosa obra, estão Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e o semi-heterônimo Bernardo Soares (autor do Livro do Desassossego). Antes de falecer em 1935, Pessoa se despediu de suas personas – Alberto, por exemplo, foi-se em 1915, vítima de tuberculose quando tinha apenas 26 anos. O também português José Saramago deu um fim para outra das personalidades: em O ano da morte de Ricardo Reis, o heterônimo de Pessoa é o personagem principal.


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Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/8-escritores-e-seus-pseudonimos-que-voce-provavelmente-ainda-nao-conhecia/

terça-feira, 4 de junho de 2013

7 curiosidades sobre a Copa Libertadores da América (que você provavelmente não conhecia)









No dia 29 de maio, os times argentinos Newell’s Old Boys e Boca Juniors protagonizaram uma emocionante disputa de pênaltis pelas quartas de final da Copa Libertadores 2013: foram precisas 26 cobranças cheias de emoção para desempatar o embate e dar a vitória ao rubro-negro. Teria sido o recorde absoluto de disputa mais longa da história na competição não fosse pelo próprio Newell’s: na semifinal de 1992, o time precisou das mesmas 26 rodadas para eliminar o colombiano América de Cáli. Haja corazón! Conheça outras 7 curiosidades sobre Copa Libertadores da América (que você provavelmente não conhecia):


 


1. Maiores campeões




O Independiente campeão de 1975 (via)


Ser campeão da Libertadores não é fácil. Nas mais de 50 edições do torneio iniciado em 1960, 23 times conseguiram subir ao lugar mais alto do pódio. E, mostrando habilidade, alguns times já apareceram por lá mais de uma vez. É o caso do Independiente da Argentina. Honrando o apelido de “Diablo Rojo”, o time de Avellaneda já conquistou o título 7 vezes, seguido de perto pelo também argentino Boca Juniors (com 6 títulos) e o uruguaio Peñarol (5 títulos).


Os argentinos também lideram o ranking de títulos por país, tendo levantado a taça 22 vezes. O Brasil ocupa a segunda posição, com 16 títulos. O Uruguai, com 8 títulos, fecha o pódio dos maiores vencedores de La Copa.


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2. Mais finais




Em 2011, o Peñarol foi vice pela quinta vez depois de encarar o Santos


Enquanto o argentino Independiente lidera o número de títulos, Boca Juniors e Peñarol dominam outro ranking: o de mais finais disputadas. Os dois times já chegaram 10 vezes à última fase do torneio, mas nem sempre saíram campeões. O Boca Juniors já foi vice quatro vezes, enquanto o time de Montevidéu, clube com mais participações na competição (já disputou a Libertadores 40 vezes), possui cinco vice-campeonatos, sendo o time que mais vezes ficou em segundo lugar na competição.


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3. Gol mais rápido



(via)


Quem olhou para o lado perdeu. Félix Suárez precisou de apenas 6 segundos para balançar as redes do adversário e marcar o gol mais rápido da Copa Libertadores até hoje. O atacante marcou o tento inicial na vitória por 3×0 do peruano Alianza Lima contra o Independiente Santa Fé, da Colômbia, na competição de 1976.


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4. Maior artilheiro




Alberto Spencer e Daniel Onega 


Em uma competição em que reinam argentinos, brasileiros e uruguaios, quem mandou mais bola na rede foi, na verdade, um equatoriano. Alberto Spencer é dono da impressionante marca de 54 gols marcados na competição, com 48 gols feitos com a camisa Peñarol e outros 6 pelo Barcelona de Guayaquil.


Os outros 2 maiores artilheiros na história da Libertadores são uruguaios e também marcaram a maioria dos seus gols jogando pelo Peñarol. Fernando Moreno anotou 37 gols (todos pelo time de Montevidéu) e Pedro Rocha balançou as redes 36 vezes (25 pelo Peñarol, 10 pelo São Paulo e 1 pelo Palmeiras). Com 29 gols (sendo 8 pelo Vasco, 15 pelo Corinthians, 1 pelo Grêmio e 5 pelo São Paulo), Luizão lidera o ranking dos brasileiros na Libertadores. Palhinha, com 25 gols (20 pelo Cruzeiro, 3 pelo Corinthians e 2 pelo Atlético Mineiro), é o segundo brasileiro na lista.


Já em uma única competição, quem lidera é Daniel Onega, ídolo do River Plate e artilheiro da competição de 1996 com 17 gols. Os 15 gols marcados jogando pelo Corinthians, em 2000, colocam Luizão como o segundo maior artilheiro de uma só competição.


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5. Campeões dos campeões




O técnico e ex-jogador Carlos Bianchi e o multi-campeão Pancho Sá (via)


Mesmo eliminado nos pênaltis pelo Newell’s, Carlos Bianchi continua imbatível no número de títulos da Libertadores. O lendário treinador argentino já levou suas equipes ao primeiro lugar do pódio quatro vezes: em 1994, comandando o Vélez Sarsfield; e em 2000, 2001 e 2003, comandando o Boca Juniors.


Já o jogador com mais títulos é o também argentino Francisco Sá. O zagueiro, conhecido como Pancho Sá, já foi campeão da Libertadores impressionantes 6 vezes – 4 delas pelo Independiente de Avellaneda, e outras 2 pelo Boca Juniors.


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6. Maior goleada




O time da goleada histórica (via)


Olha o Peñarol de novo: o recordista de recordes é também dono da maior goleada da competição. E a vítima do massacre foi um venezuelano: no dia 15 de março de 1970, o time uruguaio venceu a partida contra o Valencia por um elástico placar de 11×2.


Também em 1970, o time argentino River Plate fincou uma vitória de 9×0 sobre o boliviano Universitário. O feito divide a segunda posição com – adivinhem – o Peñarol, que também goleou por 9×0 outro boliviano, o The Strongest, no ano seguinte.


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7. Mais vezes apitando uma final


Quem mais vezes assumiu a responsabilidade de apitar a partida decisiva da Libertadores foi o árbitro peruano Edson Pérez. Entre 1960 e 2012, ele foi responsável pelo último apito que definiu o campeão quatro vezes: na disputa entre o (mais uma vez campeão) Independiente e a Unión Española (Chile), em 1975; entre Boca Juniors e Deportivo Cáli em 1978, no bicampeonato dos argentinos; na final de 1980, na vitória do Nacional do Uruguai em cima do Internacional de Porto Alegre; e em 1983, na vitória do Grêmio contra o Peñarol.


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Fontes: Pasion Libertadores; Taringa; Campeões do Futebol; Rec.Sport.Soccer Statistics Foundation



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-curiosidades-sobre-a-copa-libertadores-da-america-que-voce-provavelmente-nao-conhecia/

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Helga Lovekaty, a modelo russa que provavelmente será a nova musa da internet [30 Fotos]
















































Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.guerrilhanerd.com/2013/05/helga-lovekaty-modelo-russa-que.html

Animais que provavelmente só estavam querendo te dar um olá [27 Fotos]














































Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.guerrilhanerd.com/2013/05/animais-que-provavelmente-estavam.html