Mostrando postagens com marcador videogame. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador videogame. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Nintendo 64: relembre os jogos com melhores gráficos do videogame










O Nintendo 64 abalou o mundo dos jogos na época. Além do suporte para quatro controles, o console trouxe belíssimos games com gráficos tridimensionais e uma variedade de títulos memoráveis. Super Mario 64, Perfect Dark, Conker e mais são alguns exemplos disso. Confira agora a lista com os games com melhores gráficos.

Nintendo Club: como trocar seus cupons e adquirir novos jogos

Nintendo 64: relembre os jogos com melhores gráficos do videogame (Foto: Reprodução)Nintendo 64: relembre os jogos com melhores gráficos do videogame (Foto: Reprodução)

Super Mario 64

Muito mais do que uma carinha bonita, Super Mario 64 foi responsável por uma revolução no mundo dos jogos. O título influenciou gerações com suas mecânicas sólidas, variadas e divertidas.

O game também foi um choque no quesito gráfico, que representou um salto absurdo em relação aos consoles da geração passada. Além disso, ele foi um dos títulos de lançamento do Nintendo 64.

Perfect Dark

Visto como uma espécie de sucessor de GoldenEye 007, o game da Rare era repleto de recursos e modos de jogo. O título era ainda era um dos mais bonitos games do console. Compatível com o acessório Expansion Pack, Perfect Dark ainda ganhava mais funções, além dos gráficos melhorarem consideravelmente com o uso do periférico.

Perfect Dark abusava do poder do console (Foto: Reprodução)Perfect Dark abusava do poder do console (Foto: Reprodução)

Banjo-Tooie

Outro game produzido pela Rare, Banjo-Tooie era a sequência do também popular Banjo-Kazooie, game de aventura lançado exclusivamente para o console da Nintendo.

O game abusava do poder do console para criar fases grandes e coloridas, repletas de detalhes e inimigos. Também era possível controlar os personagens Banjo e Kazooie separadamente, criando uma variação interessante na jogabilidade.

Banjo-Tooie era bonito, colorido e divertido (Foto: Reprodução)Banjo-Tooie era bonito, colorido e divertido (Foto: Reprodução)

The Legend of Zelda: Majora’s Mask

Um dos games mais icônicos do Nintendo 64, Majora’s Mask marcou o amadurecimento da franquia exclusiva da empresa japonesa. O título narra as aventuras de Link e seus companheiros.

Além dos méritos em relação ao enredo e à jogabilidade, o game também contava com visual impressionante para a época, com direito a modelagem de primeira e texturas com qualidade bem superior.

Majoras Mask é um dos títulos mais importantes do console (Foto: Reprodução)Majora's Mask é um dos títulos mais importantes do console (Foto: Reprodução)

Pokémon Stadium

Pokémon foi uma grande febre no final dos anos 90, tanto na série animada da TV como no mundo dos games. Muito além da telinha do Game Boy, o jogo também fazia a cabeça dos donos do 64.

Stadium servia como uma “versão grande” do jogo do portátil, onde era possível ligar os cartuchos e disputar batalhas contra os amigos ou máquina. O grande destaque ficava para o visual de primeiríssima linha do game, que tornava as partidas muito mais emocionantes e divertidas.

Stadium permitia batalhas entre jogadores com direito a belos gráficos (Foto: Reprodução)Stadium permitia batalhas entre jogadores com direito a belos gráficos (Foto: Reprodução)

Paper Mario

Lançado em 2001 como um dos últimos grandes títulos do console da Nintendo, Paper Mario chamou a atenção dos jogadores com sua abordagem inusitada e criativa da fórmula de sucesso do game do encanador.

O jogo apostava em gráficos tridimensionais coloridos e bonitos, onde uma versão de papel do herói enfrentava inimigos usando diversas habilidades, como uma marreta que amassava os vilões.

Paper Mario tem visual único e criativo (Foto: Reprodução)Paper Mario tem visual único e criativo (Foto: Reprodução)

GoldenEye 007

Clássico instantâneo da Rare, o FPS era item obrigatório na coleção de qualquer dono do console. Com uma campanha longa e interessante, o título possuía um modo multiplayer para quatro jogadores.

Outro destaque eram os gráficos: muito bonitos em comparação aos outros do gênero da mesma época. Desde armas até o design dos mapas, tudo era caprichado e vistoso.

GoldenEye é um dos maiores hits do console (Foto: Reprodução)GoldenEye é um dos maiores hits do console (Foto: Reprodução)

Yoshi’s Story

O excelente game protagonizado pelo carismático dinossauro não é muito lembrado, mas certamente merece muitos créditos pela qualidade e criatividade.

O jogo misturava elementos tridimensionais com partes pixeladas, criando um visual único e muito bacana. Até hoje, é fácil se surpreender com os gráficos, que parecem a frente do tempo em diversos aspectos.

Yoshis Island apostava em um visual bastante diferente para impressionar (Foto: Reprodução)Yoshi's Island apostava em um visual bastante diferente para impressionar (Foto: Reprodução)

Resident Evil 2

O título que fez tremendo sucesso no concorrente, o PlayStation, também chegou ao Nintendo 64 e fez a alegria dos donos do console com a campanha cheia de sustos, mistérios e batalhas memoráveis.

A versão para 64 por si só foi uma conquista, já que o console contava com diversas limitações graças ao uso dos ultrapassados cartuchos, mas, mesmo assim, o game fez bonito, rodando com excelente desempenho.

Conker’s Bad Fur Day

É impossível falar de belos games do Nintendo 64 sem recordar o jogo da Rare que protagoniza o famoso esquilo. Repleto de violência , o título trazia piadas memoráveis de humor negro.

Em diversos pontos, Conker parece ser um game mais novo, com visual de dar inveja para alguns dos jogos do Game Cube, sucessor do Nintendo 64. O título ainda contava com modos variados, incluindo um excelente multiplayer, marca registrada do 64.

O polêmico Conker também tinha visuais incríveis para a época (Foto: Reprodução)O polêmico Conker também tinha visuais incríveis para a época (Foto: Reprodução)

Qual é o melhor jogo da Nintendo? Comente no Fórum do TechTudo.



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/listas/noticia/2015/04/nintendo-64-relembre-os-jogos-com-melhores-graficos-do-videogame.html

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Quem joga videogame tem maior capacidade de aprendizado











videogame


Aí vai uma boa desculpa para justificar suas longas horas em frente ao videogame: jogadores assíduos costumam aprender mais rápido que os outros.


Pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, convidaram 18 voluntários para um teste de aprendizado – nove eram jogadores frequentes enquanto os outros quase nunca jogavam videogame. Eles tinham de encontrar irregularidades, tipo um traço torto, em uma tela com linhas tracejadas, horizontais ou verticais, em questão de segundos.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/quem-joga-videogame-tem-maior-capacidade-de-aprendizado/

terça-feira, 17 de março de 2015

Nintendo anuncia novo videogame chamado NX e jogos para smartphones










A
Nintendo anunciou duas grandes novidades durante um evento para a
imprensa no Japão: a entrada da empresa no ramo dos jogos para
smartphones em parceria com a DeNa e o anúncio de um novo videogame em
desenvolvimento, com o codinome de Nintendo NX. O presidente da
Nintendo, Satoru Iwata, comentou que uniu ambos os anúncios para que
jogadores não pensem que a empresa irá parar com consoles dedicados a
jogos

Presidente da Nintendo, Satoru Iwata, anunciou jogos para smartphones e novo videogame, o NX (Foto: Reprodução/Siliconera)Presidente da Nintendo, Satoru Iwata, anunciou jogos para smartphones e novo videogame, o NX (Foto: Reprodução/Siliconera)


A nova parceria com a DeNa não significa que os games da empresa
serão lançados para smartphones e tablets, mas que novos títulos serão
criados para essas plataformas utilizando famosas franquias, como Super
Mario, The Legend of Zelda, e muitas outras. A ideia é aumentar a
popularidade dos personagens e assim levar os jogadores mobile para
plataformas dedicadas como o Wii U e Nintendo 3DS.

Sobre o Nintendo NX, a empresa não revelou nenhuma informação além do
codinome de desenvolvimento, afirmando que ainda é muito cedo para
falar dele. Porém, Satoru Iwata prometeu que já irá partilhar
informações sobre o novo videogame da empresa em 2016. Em declarações
anteriores sobre uma nova geração, a Nintendo afirmou que seus consoles e
portáteis terão estruturas semelhantes no futuro.

Quais jogos são um bom motivo para comprar o Wii U? Comente no Fórum do TechTudo!

Via Siliconera



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/03/nintendo-anuncia-seu-novo-videogame-chamado-nx-e-jogos-para-smartphones.html

domingo, 9 de novembro de 2014

Museu do Videogame: conheça a exposição retrô que vai rodar o Brasil










A partir de 2015, visitar um museu será uma experiência diferente para quem gosta de jogos eletrônicos. O Brasil ganhou o primeiro Museu do Videogame oficial, apoiado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A iniciativa, criada pelo colecionador Cleidson Lima, viajará pelo país mostrando um acervo com mais de 200 consoles e 42 anos de história. O TechTudo conversou com o curador do museu para conhecer a exposição.

Veja a história de Nolan Bushnell, o fundador da Atari

O jornalista Cleidson Lima, curador do Museu do Videogame (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal/Cleidson Lima)O jornalista Cleidson Lima é o curador do Museu do Videogame. (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal/Cleidson Lima)

42 anos de joystick e nostalgia

O Museu do Videogame foi criado pelo jornalista Cleidson Lima na capital de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande. Exibida por apenas 15 dias, a última exposição recebeu 160 mil visitantes em um shopping da região<b></b>. Além disso, mais de 450 mil pessoas foram a exposição em 4 anos.

Em agosto deste ano, o museu foi oficializado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Com isso, a organização passou a fazer parte de uma das 1.666 organizações de preservação da história do país. Esse é um grande marco para o Brasil e para a história dos videogames, já que entre as mais de 3.451 instituições listadas pelo Cadastro Nacional de Museus (CNM), ele é o primeiro voltado para os games.

A última exposição do museu, realizada em Campo Grande, recebeu 160 mil visitantes em 15 dias (Foto: Divulgação)A última exposição do museu recebeu 160 mil visitantes em 15 dias. (Foto: Divulgação)

Com uma coleção relativamente grande, o museu destaca o Magnavox Odyssey, primeiro videogame fabricado do mundo, e o Telejogo Philco Ford, primeiro do Brasil. Entre tantos outros, há o Fairchild Channel F, primeiro console a aceitar os bons e velhos cartuchos.

Além disso, os visitantes vão poder reviver - ou jogar pela primeira vez - games clássicos. Entre as relíquias, 30 consoles estarão disponíveis para teste, como o Atari 2600 (1976), PlayStation 1 (1994), Nintendinho 8 bits (1985), Master System (1986) etc.

O Magnavox Odissey (1972) foi primeiro videogame fabricado no mundo (Foto: Divulgação)O Magnavox Odissey foi primeiro videogame fabricado no mundo. (Foto: Divulgação)

E, para completar essa viagem pela evolução dos videogames, o museu também oferece visitas guiadas, pequenas oficinas e até mesmo palestras. O acervo rodará o país a partir de 2015.

A exposição traz mais de 200 consoles e 6 mil jogos, sendo a maioria da coleção pessoal de Cleidson Lima. “Há itens que você coleciona para admirar e guardar a sete chaves em livros ou estante. Já os meus videogames funcionam plenamente e é sempre uma satisfação sacar um deles da estante para jogar com os amigos,” assume o colecionador.

O Fairchild Channel F (1976) foi o primeiro console a usar cartuchos (Foto: Divulgação)O Fairchild Channel F (1976) foi o primeiro console a usar cartuchos (Foto: Divulgação)

Uma paixão que virou hobby

O Museu do Videogame surgiu da paixão do jornalista por jogos eletrônicos. Cleidson começou a colecioná-los em 2006, adquirindo consoles e games de todas as gerações. A partir daí, não parou mais. Com isso, a pequena coleção, que começou com seis consoles, se transformou em uma verdadeira viagem por mais de 42 anos de história.

Os visitantes mais jovens se impressionam com os aparelhos antigos (Foto: Divulgação)Os visitantes mais jovens se impressionam com os aparelhos antigos, (Foto: Divulgação)

Segundo ele, o hobby começou como uma forma de recuperar o tempo perdido, já que ele mesmo não teve a oportunidade de comprar esses consoles na época em que foram lançados. “Quando pude tê-los, resolvi buscá-los em sites de leilão e até mesmo em lojas de itens usados,” disse o colecionador.

O acervo também é uma oportunidade de resgatar uma paixão que surgiu na infância, com o primeiro videogame. “Eu tive meu primeiro console com 13 anos. Era o Supergame CCE VG-2800, um dos mais populares clones do Atari na época. Foi a partir daí que joguei clássicos como River Raid, Enduro, Pitfall, Megamania, Asteroides, Seaquest, Keystone Kappers, Moonpatrol e muitos outros”, contou.

Além disso, Cleidson realizou o sonho de transformar o trabalho em diversão. Com parte da história dos videogames em casa, Cleidson criou a primeira exposição do Museu do Videogame, que ocorreu em 2011 em Campo Grande (MS).

Além de admirar os videogames, os visitantes podem experimentar grandes clássicos dos games (Foto: Divulgação)Além de admirar os videogames, os visitantes testar grandes clássicos. (Foto: Divulgação)

O evento e a coleção incentivaram o jornalista a ir mais além: o curador do museu resolveu também se aprofundar na própria história dos videogames. “Fui recolhendo todos e, quando percebi, já tinha uns 50 aparelhos na coleção. Resolvi, então, virar um pesquisador da história dos videogames,” explicou.

Museu Itinerante

O Museu do Videogame não ficará em apenas um lugar. Graças ao grande sucesso da exposição e com a parceria de empresas ligadas a tecnologia, a exposição rodará o Brasil. “Nossa meta para o próximo ano é levar o Museu do Videogame Itinerante para 12 cidades no país,” afirmou.

Londrina, Campo Grande, Recife, Fortaleza, Belém e Pelotas (RS) são cidades que já confirmadas para receber a exposição em 2015. Porém, há outras cidades que devem entrar no calendário, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. Segundo o colecionador, a previsão é que o museu receba mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015.

O Coleco Telstar Arcade (1977) é outro clássico do acervo, que um game diferente em cada uma de suas três pontas (Foto: Divulgação) O Coleco Telstar Arcade (1977) é outro clássico do acervo, que um game diferente em cada uma de suas três pontas. (Foto: Divulgação)

Os videogames como forma de arte

Com o apoio do Ibram, o museu pretende ainda valorizar a cultura dos jogos eletrônicos. Apesar de ser um produto artístico, os projetos relacionados a games recebem pouco apoio no Brasil.

A falta de interesse e apoio atrapalharam o desenvolvimento do projeto. “Os custos para manter os consoles, investir na compra de outros itens, além de levá-los a um local com acesso a um grande público são altos,” explicou Cleidson. “No início do projeto, acreditei realmente que seria um pouco mais fácil conseguir apoio, principalmente em minha cidade, pois é um projeto inovador. Mas não foi bem assim.”

O Museu do Videogame está ao Prêmio Brasil Criativo (Foto: Divulgação)O Museu do Videogame está no Prêmio Brasil Criativo. (Foto: Divulgação)

Mas o colecionador não desistiu e se surpreendeu, inclusive, com o apoio de outras empresas que investiram em parcerias para levar o projeto adiante. “Não tive esse apoio em minha cidade e o reconhecimento acabou vindo de onde eu menos esperava: empresas nacionais e multinacionais,” completou.

Por fim, a iniciativa ganhou o reconhecimento do Ministério da Cultura, e o Museu do Videogame está atualmente concorrendo como um dos finalistas do Prêmio Brasil Criativo na categoria Museus. Para dar seu voto e apoio, basta acessar este link. O prêmio será de R$ 5 mil. Esse valor será investido para melhorar a estrutura que acomodará os consoles durante suas viagens pelo país em 2015.

A previsão é de que o museu receba mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015 (Foto: Divulgação)O museu deve recebr mais de 1,5 milhões de visitantes em 2015. (Foto: Divulgação)

Seja para fãs ou para curiosos, o Museu do Videogame promete valorizar e preservar os jogos eletrônicos como produto cultural. Jogadores que viveram as primeiras gerações dos videogames poderão mostrar a trajetória dos consoles para os mais jovens.

Qual é o melhor emulador para jogos no smartphone? Opine no Fórum do TechTudo.



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/11/museu-do-videogame-conheca-exposicao-retro-que-vai-rodar-o-brasil.html

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Do videogame para a vida real: praticante de parkour recria jogo de plataforma














pakour game 2d

Jason Paul, um praticante de parkour, realizou o sonho de muito fanático por videogame. Ele se tornou o herói de um jogo de plataforma. Ao melhor estilo arcade, ele pula de um lado para o outro vencendo obstáculos e vilões.


Tudo foi pensado para que o vídeo se aproximasse ao máximo de um clássico jogo em 2D, incluindo até um chefão! A trilha sonora ajuda bastante. Assista abaixo:



video game vida real



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://somentecoisaslegais.com.br/videos-2/videogame-para-vida-real-parkour-jogo-de-plataforma

sexta-feira, 11 de julho de 2014

4 motivos para você jogar videogame sem culpa











viodegame1


Passar o dia todo em frente à tela do computador ou da tevê não é lá uma das melhores escolhas do mundo. Mas gastar um tempinho com games faz bem à saúde. É o que diz a ciência. Confira essa lista com quatro motivos para contar à sua mãe (ou namorada/o) por que você curte tanto videogame.


VILÕES DEIXAM VOCÊ MAIS BONZINHO

Bem, se você pensa que ser o jogador mais sanguinário do GTA pode te tornar uma pessoa ruim, pare de se preocupar. Isso é lenda. Pesquisadores americanos pediram a metade dos voluntários para jogar um game em que eram terroristas, enquanto a outra parte do grupo se tornava um herói de guerra em outro jogo. Em seguida, os que bancaram os vilões relatavam sentimentos de culpa – e o melhor: essa culpa fazia com que eles sentissem vontade de se comportar melhor na vida real.


MELHORA SUA CAPACIDADE COGNITIVA

Com o passar dos anos, nossas capacidades de aprendizado, raciocínio e memorização diminuem. É normal, faz parte do envelhecimento. Mas algumas atividades podem desacelerar (ou reverter parcialmente) esse processo. O videogame é uma delas. Neurocientistas da Universidade da Califórnia colocaram adultos entre 60 e 85 anos para jogar um game de corrida por três horas semanais, durante quatro meses. Após o período, os idosos tiveram uma melhora significativa na capacidade cognitiva – principalmente no que diz respeito à realização de várias tarefas simultâneas. E mais: eles se saíram melhores até mesmo que jovens de 20 anos que nunca haviam brincado com o jogo.


DEIXA SEU CÉREBRO MAIOR


mario1


O tamanho do cérebro não tem lá muito a ver com inteligência. Mas o fato é que videogame pode desenvolver e aumentar algumas regiões cerebrais. Foi essa a conclusão de um estudo alemão. Os pesquisadores pediram a alguns adultos para passar meia hora diária jogando Mario num videogame, durante dois meses. Antes e após o período do teste, eles tiveram o cérebro escaneado. E, depois da dose de Mario, três áreas aumentaram: parte do lado direito do hipocampo, o córtex pré-frontal dorsolateral direito, e o cerebelo bilateral. Essas regiões estão ligadas a funções como navegação espacial, memória, planejamento estratégico e a habilidade motora das mãos. O mais interessante é que quanto mais o voluntário sentia prazer em jogar, mais essas áreas cresciam.


DIMINUI SEUS VÍCIOS

Funciona com Tetris pelo menos. Cientistas pediram a voluntários para escrever sobre algo que tinham muita vontade de fazer (tipo fumar um cigarro) ou comer. Aí uma parte deles jogou Tetris, enquanto outra turma não fez nada. Depois de três minutos, a vontade de atender ao vício diminuiu até 24% nos jogadores. O motivo é simples: o jogo distrai seu cérebro, aí você deixa de construir imagens mentais dos tais desejos.


Crédito das fotos: flickr.com/ndeliciousbass;flickr.com/jdhancock.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/4-motivos-para-voce-jogar-videogame-sem-culpa/

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Samsung Game Pad transforma qualquer smart em um videogame










A Samsung lançou no Brasil um novo acessório que “transforma” qualquer smartphone em um videogame portátil. Chamado de "Game Pad", o gadget utiliza Bluetooth ou NFC para se conectar a gadgets com telas de até 6.3 polegadas. Segundo a empresa, mais de quarenta games já foram otimizados para o aparelho.

Game Pad já está à venda no Brasil (Foto: Divulgação/Samsung)Game Pad já está à venda no Brasil (Foto: Divulgação/Samsung)

O acessório tem um layout que lembra o joystick do antigo e famoso Mega Drive. Ele funciona com um suporte para o aparelho, que deve ser plugado em sua parte superior. Assim, o telefone fica como se fosse uma pequena tela levantada a partir do controle, de formato semelhante ao novo Nvidia Shield.



Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/04/samsung-game-pad-transforma-qualquer-smart-em-um-videogame.html

sábado, 13 de julho de 2013

Testamos o Ouya, o pequeno videogame que roda jogos para Android










O Ouya, console Android financiado através do crowdfunding, foi lançado no dia 25 de junho por US$ 99 (R$ 200 sem impostos) e esgotou rapidamente na Amazon. Com uma biblioteca de jogos com mais de 170 títulos já em seu lançamento, o videogame chega para disputar um espaço entre o crescente público de gamers mais casuais, que jogam em smartphones e tablets. O TechTudo testou o console e traz as primeiras impressões do curioso Ouya; confira:



Entenda o que é e como funciona o pequeno console Android.



Ouya: confira nossas primeiras impressões (Foto: Diego Borges / TechTudo)
Ouya: confira nossas primeiras impressões (Foto: Diego Borges / TechTudo)


Conhecendo o Ouya



Na pequena caixa do Ouya há apenas o console, um controle, um cabo HDMI e um cabo de alimentação. O aparelho em si é leve e compacto, cabendo a palma da mão. O joystick segue o padrão adotado pelos consoles atuais, como PS3 e Xbox 360, com destaque para um painel touchscreen no centro, semelhante ao do DualShock 4 (PlayStation 4).



A instalação é igualmente simples. Depois de ligar os dois cabos, o pareamento do controle não demora e logo o jogador se vê diante da interface do Ouya.



O Ouya vem com um controle e dois cabos (Foto: Diego Borges / TechTudo)
O Ouya vem com um controle e dois cabos (Foto: Diego Borges / TechTudo)


Navegando pelo menu



Mantendo a mesma proposta do hardware, o menu do Ouya é bastante simples e intuitivo. Há opções para ver seus jogos baixados, navegar pelas centenas de games disponíveis, configurações (visivelmente inspirado no menu Android), e uma área para desenvolvedores.



Jogando no Ouya



Um dos diferenciais do Ouya é sua condição primária para todos os desenvolvedores de jogos para o console: todo título do Ouya deve ter pelo menos alguma opção gratuita de teste. O resultado é bem interessante, principalmente para quem acaba de adquirir o console, tendo imediatamente uma coleção de quase 200 demos. Ao longo do tempo a função ajuda na hora de decidir sobre a compra de um título, diminuindo as chances de se decepcionar com a aquisição.



O Ouya cabe na palma da mão (Foto: Diego Borges / TechTudo)
O Ouya cabe na palma da mão (Foto: Diego Borges / TechTudo)


Outro ponto positivo é a facilidade de jogar estas demos. Só é preciso clicar em "Download", esperar o título ser baixado e jogar, sem instalação ou qualquer tipo de complicação posterior. As demos testadas renderam de cinco a dez minutos de jogo, o suficiente para sentir do que o Ouya é capaz.



O TechTudo testou o console com três títulos: Shadowgun, Ravensword: Shadowlands e o clássico Final Fantasy III, em sua versão totalmente remasterizada com gráficos em 3D. O primeiro possui visual semelhante ao dos jogos da série Gears of War e uma jogabilidade comum ao gênero de tiro em terceira pessoa. Os controles responderam bem aos comandos e a ação não foi prejudicada por qualquer travamento ou queda de frames. Os gráficos são melhores do que o esperado, superando inclusive a qualidade apresentada no PlayStation 2.



O controle do Ouya utiliza duas pilhas AAA (Foto: Diego Borges / TechTudo)
O controle do Ouya utiliza duas pilhas AAA (Foto: Diego Borges / TechTudo)


Em Ravensword: Shadowlands é possível ver um avanço ainda maior no visual. O jogo medieval apresenta uma cidade rica em detalhes e uma movimentação bem simples, tendo como único problema o controle da câmera, que demora para girar para os lados e torna algumas manobras simples bem lentas.



Neste caso foi possível perceber uma queda na taxa de frames durante as cutscenes, mas a jogabilidade fluiu próxima a 60 frames. Outro fator interessante foi o bom aproveitamento do controle para uma jogabilidade de qualidade. Ao pressionar o analógico da direita a câmera muda da terceira pessoa para primeira, semelhante ao que ocorre em Skyrim, e ao pressionar o analógico direito o personagem se agacha e entra no modo stealth, como em Dishonored. Os gatilhos servem para atacar e defender, tornando o combate ágil e bem intuitivo.



O TechTudo testou o Ouya (Foto: Diego Borges / TechTudo)
O TechTudo testou o Ouya (Foto: Diego Borges / TechTudo)


O balanço geral



O Ouya surpreende por sua simplicidade em todos os quesitos. Desde seu visual compacto e discreto a seus menus e navegação. Os jogos variam bastante em gêneros e exigência do console, com visuais que vão de 8 bits ao 3D, superando os gráficos do PS2. O controle ainda não foi totalmente explorado, mas agrada pelo conforto e boa resposta aos comandos. Definitivamente, a proposta diferenciada e corajosa do Ouya merece atenção.




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/07/testamos-o-ouya-o-pequeno-videogame-que-roda-jogos-para-android.html

quinta-feira, 28 de março de 2013

Museu do videogame na GDC 2013 foca em fliperamas e consoles da Sega










Em um dos salões da Game Developers Conference (GDC 2013), um museu do videogame atraia a atenção de todos os saudosistas que passavam pelo local. Com máquinas antigas de fliperama e muito material de consoles, o espaço gamers trintões com lágrimas nos olhos.



Confira a galeria de fotos do Museu do videogame nda GDC 2013!



Museu Sega GDC 2013 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
Até uma antiga TV foi utilizada na exposição (Foto: Léo Torres / TechTudo)


Entre as máquinas, raridades como Donkey Kong e várias versões de Mortal Kombat atraíam os visitantes, que podiam jogar livremente. Mas o que mais impressionava era o acervo de euipamentos da Sega. Consoles como o Master System, Genesis (chamado de Mega Drive no Brasil) e Game Gear, eram apresentados lado a lado com cartuchos diversos. Sonic, Altered Beast, Moonwalker e muitos outros títulos que fizeram sucesso nos anos 80 e 90.



E como a história dos videogames tem seus momentos estranhos, itens como simuladores de molinete de pesca ou o 32X, aparelho que dava "superpoderes" ao console Genesis, também não puderam faltar. Um belo passeio pelo mundo dos jogos eletrônicos, desde seu começo até o final dos anos 90. Saudosismo puro.



Museu Sega GDC 2013 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
Sega Genesis, popularmente conhecido no Brasil como Mega Drive (Foto: Léo Torres / TechTudo)


 




Até o próximo Melhor do Planeta

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2013/03/museu-do-videogame-na-gdc-2013-foca-em-fliperamas-e-consoles-da-sega-cob-gdc.html